Seja bem vindo(a)!!!





Há mais 26 anos , apresento um programa de rádio intitulado "Canta Minas", na rádio Aranãs FM, de Capelinha MG, com enfoque para a música mineira em todas suas vertentes. Sempre fui apaixonado por música e rádio. Assim sendo, tomei a iniciativa de criar este blog com a finalidade de divagar um pouco sobre as minhas impressões durante os mais de 20 anos de programa. Além da música também sou apaixonado por História e Literatura. Aqui, publicarei crônicas, causos e outras lorotas a respeito de tudo que tenho vivido nesse pedaço de chão que é o Vale do Jequitinhonha. E como não pode deixar de ser, também escrevo sobre a minha querida terra natal, Corinto, e outras vivências pelo mundo afora que me ajudaram a construir uma história de gente comum, sem heroísmos, no entanto carregada pelos "sinais de humanidade"!!! Abraços Gerais!!!

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domingo, 14 de julho de 2013

HOJE NO GALPÃO CULTURAL TEM VIOLA CAIPIRA E MUITO SAMBA NA MADRUGADA

João da Viola fazendo  estripulias na cordas
Foto: Tadeu Oliveira
O Galpão Cultural desse ano começou prometendo ser um dos mais animados dos últimos anos. A primeira noite foi um sucesso, deixando todo público presente extasiado. Não faltaram emoção, alegria, animação e muita gente boa cantando. 

O Galpão Cultural é sinônimo de encontro, comunhão e fortalecimento dos laços culturais que reforça cada vez mais a identidade capelinhense. A segunda noite do Galpão Cultural promete ser mais animada que a primeira. Hoje teremos os Amantes da Viola e o Grupo Sambart. Vamos nessa, galera!!!

OS AMANTES DA VIOLA

Dupla formada por Geraldo Gonsalves Silva e João Araújo Rodrigues, o João da Viola.

Geraldo começou a cantar e tocar violão em 2001, quando formou a dupla Marcelo & Juliano, com o violeiro Oldair José.  Em 2007, acompanhou a dupla Edgar & Alexandre tocando guitarra e violão.

De 2010 a 2011, Geraldo Gonsalves acompanhou a dupla Rio Doce & Mucuri, sempre tocando guitarra e violão.

Em 2012, ele se junta ao João da Viola para formar a dupla Os Amantes da Viola. Além de música sertanejas, Geraldo também é apreciador da MPB e outros gêneros populares.

O João Araújo, conhecido por João da Viola é natural de Minas Novas e é veterano na estrada da música. Começou sua carreira em 1979, fazendo dupla com Manuel Pepino, também natural de Minas Novas. Com essa formação, João da Viola venceu diversos festivais: em 1984, venceu um festival em Minas Novas junto com o Pereira da Viola, em 1987, venceu outro festival, em Ribeiro Preto, junto com outra dupla famosa: Lourenço e Lourival e em 1993, João da Viola e seu companheiro Manuel Pepino venceram o festival da cidade de Baití, no interior do Paraná.

Aqui em Capelinha, João da Viola fez diversas duplas em parceira com Dimas & seus Teclados, com o senhor Antônio Mendes, quando formou a dupla Rio Doce & Mucuri com quem também gravou um CD.

João da Viola também participou da banda Sedução do Forró e atualmente forma a dupla Os Amantes da Viola com Geraldo Gonsalves, tocando e cantando em toda região.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

NO PORÃO RECEBE O TALENTO DE MARDIZELE CORDEIRO E A VIOLA CAIPIRA

Nos dias 11 e 12 de janeiro, Tadeu Oliveira e Mardizele Cordeiro farão show de MPB e viola caipira no Bar e Café no Porão



O Bar e Café No Porão passará por transformações a partir desse ano e para fechar o primeiro ciclo da casa, Tadeu Oliveira e Mardizele Cordeiro farão show com viola caipira e músicas da MPB dos anos 80. 

A dupla contará com a participação especial de Jefferson Rayneres, irmão da violeira Mardizele. No repertório, além dos clássicos da música caipira, clássicos a MPB e da música mineira darão o tom para que o público saboreie um cardápio da comidas típicas mineiras acompanhada da caipirinha e cerveja gelada.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

MARDIZELE CORDEIRO É A NOVA REVELAÇÃO DA VIOLA CAIPIRA



Filha do casal Dirce e Juvenal Cordeiro, Mardizele Cordeiro fará sua estreia nos palcos em Belo Horizonte na próxima quinta-feira.

Nascida numa família altamente musical, aos 12 anos Mardizele começou a tocar violão e recebeu grande incentivo da família, principalmente do seu pai, definindo assim o seu estilo.  A paixão pela viola caipira aconteceu no ambiente familiar. Única mulher entre seus 05 irmãos, viu-os ainda bem novos dominarem diversos instrumentos de corda: violão, cavaquinho e viola caipira. Nesse ambiente, ouvindo diversos gêneros musicais, Mardizele fascinava mesmo era com o som da viola caipira que emanava dos discos e cds que ela ouvia com o seu pai.

Ela é produzida pelo radialista e produtor cultural Tadeu Oliveira, que a incentivou a mostrar seu talento tanto pela escassez de "mulheres violeiras", quanto pelo despertar da juventude para a tradição da viola caipira.

A menina violeira Mardizele é uma grata revelação do Vale do Jequitinhonha. Dona de um timbre bastante grave para a voz feminina, ela surpreende ao interpretar músicas do cancioneiro caipira e da MPB num estilo e virtuose que beira ao soprano dramático. Sua bela voz, seu paradoxal recatamento e languidez juvenil aliados ao feitiço da viola caipira, compõem uma das mais belas molduras que leva ao encantamento de quem ouve e vê.

Em seu repertório destacam-se as interpretações de Lambada de Serpente, de Djavan, Trenzinho do Caipira, de Villa Lobos, dos clássicos da música caipira de nomes como Tião Carreiro e Pardinho, Palmeira e Teddy Vieira, Raul Torres e Almir Sater, além de músicas de compositores e do cancioneiro do Vale do Jequitinhonha.

Contato: Tadeu Oliveira – 33 9104-0497 – gtadeu62@hotmail.com

Serviço:
Projeto Quintas da Viola: Show com a violeira Mardizele Cordeiro
Dia: 19 de abril de 2012
Horário: 20h
Local: PizzaBar – Av. do Contorno, 1.636 – Floresta – Belo Horizonte
Ingresso: R$ 10,00
Informações: 31 3274.3136  - 8893.7806 - 8474.2050
Reservas de mesa: 31 – 3274.3136
Realização: Luiz Trópia & Tadeu Martins
Apoio: Canta Minas - Blog do Tadeu Oliveira

quarta-feira, 21 de março de 2012

BH CONHECERÁ TALENTO DE MARDIZELE CORDEIRO EM ABRIL

Violeira capelinhense revelará seu talento em show a ser realizado em Belo Horizonte em abril

Mardizele é uma das poucas violeiras reveladas pelo
Vale do Jequitinhonha
Foto: Tadeu Oliveira/Canta Minas


Natural de Capelinha-MG, Mardizele Cordeiro é a mais nova violeira do Vale do Jequitinhonha. Jovem, 23 anos, ela reside em Belo Horizonte, onde foi buscar sua formação acadêmica em Psicologia.

Nascida numa família altamente musical, aos 12 anos Mardizele começou a tocar violão e recebeu grande incentivo da família, principalmente do seu pai, definindo assim o seu estilo.  A paixão pela viola caipira aconteceu no ambiente familiar. Única mulher entre seus 05 irmãos, viu-os ainda bem novos dominarem diversos instrumentos de corda: violão, cavaquinho e viola caipira. Nesse ambiente, ouvindo diversos gêneros musicais, Mardizele fascinava mesmo era com o som da viola caipira que emanava dos discos e cds que ela ouvia com o seu pai.

Mais tarde a sua mãe, que era professora, passou a levá-la para fazer várias apresentações na escola que trabalhava. Nesse ambiente estudantil Mardizele fez paródia, teatro musical entre outras atividades relacionadas com a música na Educação escolar.  Essa experiência com sua mãe na escola pública foi definitiva na sua escolha profissional ao decidir-se por cursar Psicologia.

Mardizele Cordeiro subiu ao palco para tocar ao lado da família em diversas ocasiões, entre as quais no Galpão Cultural, evento que integra a programação da Festa do Capelinhense Ausente.

Incentivada a mostrar seu talento pelo radialista e produtor cultural Tadeu Oliveira, tanto pela escassez de "mulheres violeiras" e pelo despertar da juventude pela tradição da viola caipira, Mardizele é uma grata revelação do Vale do Jequitinhonha. Dona de um timbre bastante grave para a voz feminina, ela surpreende ao interpretar músicas do cancioneiro caipira e da MPB num estilo e virtuose que beira ao soprano dramático. Sua bela voz, seu paradoxal recatamento e languidez juvenil aliados ao feitiço da viola caipira, compõem uma das mais belas molduras que leva ao encantamento de quem ouve e vê.

Em seu repertório destacam-se as interpretações de Lambada de Serpente, de Djavan, Trenzinho do Caipira, de Villa Lobos, dos clássicos da música caipira de nomes como Tião Carreiro e Pardinho, Palmeira e Teddy Vieira, Raul Torres e Almir Sater, além de músicas de compositores e do cancioneiro do Vale do Jequitinhonha.

Contato: Tadeu Oliveira – 33 9104-0497 – gtadeu62@hotmail.com

Serviço:
Projeto Quinta Musical: Sohw com a violeira Mardizele Cordeiro
Dia: 19 de abril de 2012
Horário: 20h
Local: PizzaBar – Av. do Contorno, 1.636 – Floresta – Belo Horizonte
Ingresso: R$ 10,00
Informações: 31 3274.3136  - 8893.7806 - 8474.2050
Reservas de mesa – 3274.3136
Realização: Luiz Trópia & Tadeu Martins


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

VIOLEIRO JOACI ORNELAS É ATRAÇÃO DO PROJETO CANTO & VIOLA


Joaci Ornelas - Foto: Divulgação

Joaci Ornelas é cantador, compositor e instrumentista, natural de Salinas, Vale do Jequitinhonha,e reside em Belo Horizonte desde 1980. Estudou teoria musical, harmonia e história da música na Escola de Artes-BH, e violão com os professores Adalberto Santos e Tássio Moreira. Autodidata em viola caipira, instrumento a que se dedicou influenciado pelos violeiros Roberto Corrêa, Zé Coco do Riacho, Tião Carreiro e Renato Andrade, e por mestres e foliões do norte de Minas.

A viola está hoje ligada ao seu trabalho de forma essencial, seja traduzindo peças da musical renascentista e barroca, executando modas, cantigas e batuques de violeiros do interior de Minas ou em suas próprias composições.

Já se apresentou em diversos espaços culturais de Belo Horizonte, São Paulo, Brasília e cidades do interior de Minas Gerais. É um dos fundadores do grupo VivaViola, movimento de valorização e difusão da música de viola em Minas Gerais, que lançou o CD "VivaViola, 60 cordas em movimento" no grande teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, juntamente com os violeiros Chico Lobo, Pereira da Viola, Wilson Dias, Bilora e Gustavo Guimarães.

Gravou em 2006 o CD "ANDEJO", que reúne mais de 15 anos de trabalho e pesquisa sobre a cultura popular no Vales do São Francisco e Jequitinhonha. São 16 faixas com músicas de sua autoria e em parceria com o poeta, escritor e jornalista João Evangelista Rodrigues, incluindo a gravação da música “Pau de Atiradeira” de autoria do cantador e compositor baiano Papalo Monteiro, e músicas de domínio público que trazem elementos importantes da cultura popular como: folia de reis, batuque, cantigas de roda entre outros, mostrando a riqueza musical presente nessas tradições que muito contribuíram para sua formação musical, artística e humana. O CD conta ainda com participações especiais de Dércio Marques, cantador e compositor de grande importância para uma geração de artistas da atualidade; John Rikcs, músico e instrumentista americano que se dedica a música brasileira; Heliane Ferreira, cantora mineira que também divulga a música nos Estados Unidos; Dona Augusta, uma “cantadeira” natural de São Julião-MG que emprestou sua voz singular e sua cantiga de roda “Jardim de Flor”, imprimindo um espirito de beleza pura e singela ao disco. Participaram também: Chico Lobo, Tatá Simpa, Bruno Pimenta, Anderson Oliveira, Carlinhos Ferreira, Eros Fresiq Ana Luisa Tomishe, Dito Rodrigues, Ana Patrícia e Nádia Campos.

Em 2007 participa da gravação do programa Sr. Brasil da Tv Cultura –SP e da organização do I Seminário Nacional de Viola Caipira pela Associação Nacional dos Violeiros do Brasil; em 2006 apresenta na cidade de Guarulhos-SP dentro do projeto “Terças Acústicas e participa do Encontro de Violeiros” de Brasília-DF, dentro da programação cultural da ”II Feira Nacional de Reforma Agrária”; em 2005 faz show de lançamento do CD “Andejo”, na sala Juvenal Dias no Palácio das Artes; no projeto “Conexão Telemig Celular” no teatro Francisco Nunes; grava o programa “Brasil das Gerais” - Especial Jequitinhonha, para a TV Minas, e se apresenta na “II Feira de Nacional Agricultura Familiar” em Brasília-DF e no “ll Encontro de Povos do Cerrado” no CAA em Montes Claros; em 2004 se apresenta no projeto “Viola de Cantoria” em Matozinhos-MG e no “II encontro nacional de violeiros da cidade de Ribeirão Preto-SP; em 2003 do projeto “Baobá” -Encontro de culturas populares- no Lapa Multishow em Belo Horizonte e do “l Encontro Nacional de Violeiros” da cidade de Ribeirão Preto-SP; em 2001 se apresenta no Festival de Cultura Popular do SESC em Araxá-MG e da semana de cultura “Encontro de Violeiros” da cidade de Arcos-MG; em 1999 participa de Programa Brasil Das Gerais - Especial “Viola Caipira” da TV Minas e do programa “Arrumação” da TV Alterosa; em 1997 se apresenta no “Projeto Zás” do Teatro da Assembléia Legislativa de Minas Gerais juntamente com o violeiro Pereira da Viola.

Produziu projetos voltados para criação de espaços para apresentações de vários músicos e cantadores mineiros e de outras regiões. Joaci Ornelas desenvolve projetos de pesquisa e registro sonoro de manifestações culturais em Minas Gerais. Recentemente produziu os CDs “O Congado”, em Bom Jesus de Matozinhos e “Encontro Nacional de Violeiros”, na cidade de Ribeirão Preto SP.


Serviço:
Projeto CANTO & VIOLA apresenta: JOACI ORNELAS
Data: 04 de novembro – Sexta-feira – 20 horas
Local: SESC LACES/JK – Rua Caetés, 603
Ingresso – 1 kg de alimento não perecível
Realização: SESC MINAS em parceria com os produtores Luiz Trópia  & Tadeu Martins
Apoio: Programa Viola Brasil – TV Horizonte
Informações: (31) 3272.0150 - 8893.7806  -  8474.2050

Fonte: Tadeu Martins & Luiz Trópia

terça-feira, 18 de outubro de 2011

OSMAR LINS É ATRAÇÃO DO PROJETO QUINTA MUSICAL DA SEMANA


Osmar Lins
Foto: Tadeu Oliveira


Ele esteve em Capelinha, no último final de semana, se apresentando n'O Porão. Venceu o FESTUR deste ano, na categoria sertaneja. E agora é a atração desta quinta-feira no Projeto Quinta Musical.

Na Festa do Rosário deste ano, em Minas Novas, tive a oportunidade de ouvir Rubinho do Vale tecer elogios para este artista regional que já conheço de longa data. 

O violeiro e professor de música Osmar Lins tem 32 anos de idade, é casado e pai de 02 fihos. Neto de remanescentes de quilombolas da comunidade de Quilombo em Minas Novas, desde criança conviveu com as manifestações culturais de seu povo, no Congado de São Benedito, com os Tamborzeiros da Guarda de Honra de Nossa Senhora do Rosário e na Banda de Taquara.

Nesse caldeirão da cultura popular despertou para a música, primeiro com o violão e depois apaixonou-se pela viola caipira. Por sua performance, é requisitado para se apresentar em festas populares e em diversos outros eventos no Vale do Jequitinhonha.
Osmar Lins já participou de vários festivais, como o Festur (Turmalina) e o Festivale em Grão Mogol, onde teve sua música classificada entre as 10 finalistas.

Osmar Lins é mais uma "Pepita" encontrada nos aluviões artísticos das barrancas do Rio Fanado, em Minas Novas, assim como: Arlindo Maciel,  Pedro Morais, Arnô Minas Novas; Mark Gladston (Verono) e Fernando Mota, dentre muitos outros.

Osmar Lins, saberá presentear o público presente na sua apresentação no Pizzabar, com composições próprias e de virtuoses do cancioneiro da viola caipira.

Vale a pena conhecer este grande violeiro do Vale do Jequitinhonha, que faz o seu segundo show em Belo Horizonte, onde participou anteriormente do Projeto QUINTAS DA VIOLA.

Serviço:
Projeto Quinta Musical - Sohw com o Violeiro Osmar Lins
Data: 20 de outubro – Quinta-feira
Local: PizzabaR - Av. do Contorno, 1.636 – Floresta - Belo Horizonte
Horário: sempre a partir das 20 horas
Ingresso: R$10,00
Informações: 31 3274.3136  - 8893.7806 - 8474.2050
Reservas de mesa – 3274.3136
Produçao: Luiz Trópia & Tadeu Martins

sábado, 1 de outubro de 2011

PROJETO CANTO E VIOLA APRESENTA O VIOLEIRO WILSON DIAS

 
O Projeto Canto & Viola, recebe dia 07 de outubro, às 20 horas,  o violeiro Wilson Dias. O show será no Sesc Laces,  Rua Caetés, 603 - Centro - BH - MG e a entrada será através da doação de 1KG de alimento não perecível. Neste show, Wilson Dias será acompanhado por Wallace Gomes.

Quem é Wilson Dias

Cantador, compositor e violeiro, canta com alegria e compromisso a terra, a arte, a cultura e alma de sua gente. E seu canto é legítimo e forte porque tem suas raízes fincadas no mesmo chão onde vive e canta o seu povo.

Toda a força deste talento mineiro, toda a riqueza de sua arte musical estão bem representados nos seus discos, gravados ao longo de mais 
de quinze anos de trabalho e de muita estrada. Neles estão presentes sua visão de mundo, seu respeito à natureza, seus valores éticos e seu compromisso sócio-culturais, dos quais Wilson Dias, sempre coerente com o que pensa e canta, não abre mão.  
 
1 - “Pequenas Histórias” (1997); independente
2 - “Outras Estórias” (2002 - selecionado ao Prêmio Tim de Música Brasileira, categoria regional);
3 - “Picuá” (2007 - selecionado ao Prêmio Tim de Música Brasileira);
4 – CD Coletivo – “VivaViola – 60 cordas em movimento” ( 2009). 
5 -  “Pote – A melodia do chão” – (2010).
6 -" Mucuta" - independente - lançamento em novembro 2011 no Teatro Alterosa
 
Um dos 12  violeiros  escolhido como destaques para representar os mais de 400 violeiros e violeiras do Festival Voa Viola e selecionado para se apresentar na cidade de Recife, Teatro de Santa Izabel. Ainda no Festival,  premiado entre as cinco modalidades que assinalaram a 
diversidade das expressões ligadas à viola no Brasil.

Em Janeiro de 2011, recebeu o Prêmio Rozini de Excelência da Viola Caipira. 

Produção do Projeto Canto & Viola: Luiz Trópia & Tadeu Martins
 
Fonte: Picuá Produções

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

CHICO LOBO LANÇA CD CAIPIRA DO MUNDO DIA 26 DE SETEMBRO

O violeiro mineiro Chico Lobo fará show de lançamento nacional do seu novo CD "Caipira do mundo", dia 26 de setembro, no Palácio das Artes em Belo Horizonte. 



quarta-feira, 14 de setembro de 2011

ARTES E MANHAS DE VIOLEIRO

Pinho edita revista e divulga literatura especializada sobre a viola
Foto: Fernando Lemos/Divulgação
Por Eduardo Tristão Girão

Acaba de sair do forno Nas águas do bem querer, segundo disco do violeiro Pinho, figura atuante na cena da viola brasileira. Mineiro de Três Corações radicado em Belo Horizonte, ele reuniu músicos no estúdio Villard, entre outubro e novembro do ano passado, para registrar 12 composições autorais, sendo três com os parceiros Wilson Dias, Rodrigo Delage e Claudio Lacerda. O artista ainda negocia data e local para fazer o show de lançamento do trabalho.

Com produção musical de Pinho e Renato Caetano, o disco sucede ao trabalho de estreia do artista, Sina de violeiro, lançado em 2008. “O novo álbum é praticamente extensão do anterior, com a diferença de que para as três parcerias mandei as letras e os parceiros fizeram as músicas. A propósito, elas ficaram com cara de música minha, apesar de ter feito questão de que os parceiros fizessem do jeito que queriam”, diz.

Quase todas as músicas fazem referência às águas de rio, explica: “A sequências das faixas é como se fosse um rio. Ora é mais rápido, ora é mais lento”. Apenas três fiaxas são instrumentais, Ao cair da tarde, Cumpadre Chico e Malandro sou eu. “Cumpadre... é um pagode com toque de folia de reis que fiz no intervalo do programa do Chico Lobo, enquanto Malandro... é um choro caipira, com notas rápidas”, explica.

Vários convidados ajudam a dar brilho extra ao disco, como Chico Lobo, João Araújo, Fernando Sodré, Levi Ramiro, Rodrigo Delage, Carlinhos Ferreira, Wilson Dias e Renato Caetano. Vale ressaltar a participação de Gabriela Duque, de 5 anos, filha de Pinho, que canta na abertura de Namoro. “Ela adora essa música e disse que queria cantar só na abertura. Falei para ela cantar mais, mas não teve jeito”, conta o pai.

Editor da revista Viola caipira (cuja circulação está suspensa por tempo indeterminado), que criou com Margaret de Abreu, Pinho toca o instrumento há oito anos. “Antes disso, tocava quase nada, só um violãozinho batido. Tive aulas com o Fernando Sodré e essa foi a minha sorte. Três meses depois, já solava Tião Carreiro”, conta. Ele também fez curso com Braz da Viola, no qual “respirava viola o dia inteiro, durante uma semana”.

Instituto caipiraPinho já tem as músicas para seu terceiro CD, que será totalmente instrumental. No entanto, antes disso ele deverá dar continuidade à consolidação do Instituto Brasileiro da Viola Caipira, entidade que criou em 2008 com Margaret de Abreu para divulgar o trabalho de violeiros e estimular a produção de literatura sobre viola. A intenção é conseguir sede própria, onde haverá espaço para luteria, aulas, biblioteca e venda de CDs.

Fonte: Jornal Estado de Minas - Caderno EM Cultura - 14/09/2011.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

PROJETO CANTO & VIOLA APRESENTA BILORA DIA 02 DE SETEMBRO

Bilora, nasceu em Santa Helena de Minas, Vale do Mucuri, divisa com o sul da Bahia, a poucos quilômetros da aldeia dos índios Maxakali. Viveu na região em contato com a cultura popular: folias, batuques, cantigas de roda, contradanças, festas juninas, cordéis.

Formado em Letras, atuou por 10 anos como professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira em Santa Helena de Minas e Ataléia (MG) e por 3 anos como instrutor de Oficina de Música em Teófilo Otoni, MG para adolescentes carentes.

Músico-violeiro-compositor, Bilora foi um dos criadores da ANVB (Associação Nacional dos Violeiros do Brasil), ministra oficinas de Viola Caipira e de Construção de tambor de folia, e é um dos compositores mais premiados em festivais da canção pelo Brasil, em cidades de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia, Goiás, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Goiás.

Foi premiado no Canta Minas-95 (organizado pela Rede Globo Minas); no Circuito Paulista de Festivais em São Paulo (que reuniu os vencedores do ano no interior do estado); no Festival da Música Brasileira de 2000 (organizado pela Rede Globo), onde conquistou o 3º lugar com a música "Tempo das Águas"; e no Festival de Música da TV Cultura. Bilora tem três discos gravados, sendo o mais recente "Nas Entrelinhas", onde a música "Calango na Cidade" já totalizou 30 premiações em festivais, inclusive, o Primeiro Lugar em Avaré (SP) e Ibotirama (BA); Melhor Letra e Segundo Lugar em Ilha Solteira e São José do Rio Pardo(SP), dentre outros prêmios.

Tem músicas incluídas em mais de 30 discos coletivos e músicas gravadas por artistas e grupos como Pereira da Viola, Titane, Tau Brasil, Coral Vozes das Veredas, Orquestra de Viola de Londrina (PR) e Álisson Menezes, entre muitos outros.

Bilora, compositor que preza pelo valor poético de suas letras, juntando-as ao universo da cultura popular e da viola caipira, é um dos 6 violeiros do projeto VivaViola Sessenta Cordas em Movimento, e integra o projeto “Causos e Violas das Gerais” do SESC/MG que percorre o interior do estado de Minas Gerais.

SERVIÇO:

Projeto Canto & Viola apresenta:BILORA
Data: 02 de setembro – Sexta-feira
Horário: 20 horas
Local: SESC LACES/JK – Rua Caetés, 603 - Belo Horizonte
Ingresso: 1 kg de alimento não perecível

Realização: SESC MINAS
Parceria com os produtores Luiz Trópia  & Tadeu Martins
Apoio: Programa Viola Brasil – TV Horizonte

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

PROJETO QUINTA MUSICAL APRESENTA A VIOLEIRA LETÍCIA LEAL

Natural de Teófilo Otoni-MG, Letícia Leal reside em Belo Horizonte, aonde veio buscar sua formação acadêmica em Medicina Veterinária. Apresentada à viola no ano de 2006, buscou no instrumento o consolo de estar longe de sua família e de sua terra natal.

Em 2009 conheceu o poeta e contador de casos Tadeu Martins, que a convidou a fazer uma apresentação no projeto “Causos e Violas das Gerais” do Sesc-MG, na cidade de Matozinhos - MG, onde conheceu o Violeiro Chico Lobo, que a levou para gravar uma das edições do Programa Viola Brasil, pela TV Horizonte. Apresentou-se também junto com Tadeu Martins no Projeto ZAS, no Teatro da Assembléia Legislativa, onde encantou a todos com a sua habilidade na execução da viola caipira.

Letícia participa do grupo de seresta beneficente “Canto dos Amigos”, onde seu pai é organizador e fundador, apresentando para arrecadar fundos para organizações filantrópicas diversas.

Letícia Leal, que também é capoeirista, usa suas raízes brasileiras para exprimir na viola sua paixão pela vida. Entre suas apresentações destacam-se as execuções do Hino Nacional em inúmeras Colações de Grau e, mais recentemente, na abertura do V SIMCAV – Simpósio Internacional do Cavalo Atleta.

Nesse show Letícia Leal vai interpretar na viola grandes clássicos da música brasileira.

SERVIÇO:

Projeto Quinta Cultural - Show com Letícia Leal
Data: 11/agosto
Local: PizzabaR - Av. do Contorno, 1.636 – Floresta - Belo Horizonte
Horário: Sempre a partir das 20 horas
Ingresso: R$10,00
Informações: 31 3274.3136  - 8893.7806 - 8474.2050
Reservas de mesa: 31 3274.3136
PRODUÇÃO – LUIZ TRÓPIA & TADEU MARTINS    

Fonte: Tadeu Martins

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

VIOLEIRO CHICO LOBO ESTÁ COM TRABALHO NOVO: CAIPIRA DO MUNDO

Veja matéria que reproduzo do site Rede Brasil Atual:

O "Caipira do Mundo" Chico Lobo mostra a força da viola em parcerias de luxo

Por: Guilherme Bryan, especial para a Rede Brasil Atual


Chico Lobo é um grande propagador da viola no Brasil
(Foto: Marcos Hermes/Divulgação)
 Basta ouvir os primeiros acordes do CD “Caipira do Mundo” para se contagiar e encantar com a voz, a melodia e a viola de Chico Lobo, penetrando nos recantos mais profundos do interior do Brasil, e retomar uma memória afetiva comum à maioria dos brasileiros. Nascido em São João del-Rei (MG), em 26 de fevereiro de 1964, ele é um dos maiores e mais ativos instrumentistas do Brasil, desde que gravou o primeiro álbum em 1996, "No Braço Dessa Viola". “Sou filho de mãe mineira / Meu pai é de Minas Gerais / Sei rezar latim pro nobis / Sou primo do Preto Brás”, indica na ótima canção “Cantiga de Caminho”, parceria com Ricardo Aleixo e que conta com a participação especial da cantora Virginia Rosa. E completa: “Desde menino eu misturo / O antes, o agora, o depois / Sempre que posso eu passo / O carro à frente dos bois”.


“Caipira do Mundo” levou quase três anos para ser finalizado, uma vez que foi gravado de fevereiro de 2008 a julho de 2010, e apresenta parcerias de Chico Lobo com grandes nomes da música brasileira. A produção é de Guilherme Kastrup, que toca percussão em quase todas as faixas. Logo a primeira canção, “A Mais Difícil Opção”, composta com Alice Ruiz, já demonstra toda a força do trabalho de Chico Lobo, o que se confirma na excelente “Tristeza do Culto”, parceria com Chico César. Dê atenção especial à doce “Eu Ando Muito Cansado”, assinada com Arnaldo Antunes e que é quase uma cantiga infantil; e a “Pássaro de Alma”, união de dois mais inventivos músicos brasileiros da atualidade – Chico Lobo e Siba, líder do espetacular grupo pernambucano Siba e a Fuloresta.

Cantada com a portuguesa Susana Travassos, que busca aproximar a música lusitana da brasileira, “Morena de Minas”, parceria com Zeca Baleiro, é digna de constar de festas juninas ao redor do país e possui uma letra arrasadora: “Toda vez que eu viajava / Pela estrada de Ouro Preto / Eu olhava uma morena / Que me olhava de um jeito / Morena dengo de Minas / Flores no cabelo dela / Num dia rosa vermelha / No outro flor amarela”. Zeca Baleiro também participa dos vocais de “Pra Onde Eu Tava Indo?”, composta por Chico Lobo e Maurício Pereira.

Com arte gráfica formada pelos lindos graffiti do Beco do Batman e do Beco das Cores, na Vila Madalena, em São Paulo, o sétimo álbum solo de Chico Lobo conta com parcerias empolgantes dele com Sérgio Natureza (“Canto e Cântaros”), Vander Lee (“Quando Falta o Coração”), Vítor Ramil (“Cantata”, que conta com a presença do acordeon de Toninho Ferragutti e a viola de aço de Fábio Tagliaferri) e Verônica Sabino (a linda balada “No Fio do Olhar”, com a participação de Zé Geraldo). Esta cantora participa nos vocais de “No Fim da Rua”, parceria de Lobo com Fausto Nilo. Tal diversidade de parcerias só comprova a força e a versatilidade do violeiro. Portanto, escutar esse CD é mergulhar no que há de melhor nas raízes brasileiras, em contato direto com o que se produz de mais significativo na atualidade. Para encerrar, nada melhor do que uma fantástica gravação instrumental de “Dois Rios”, que une os mineiros Samuel Rosa e Lô Borges com o paulistano Nando Reis.

Autor do jingle oficial da eleição de São João Del-Rei como Capital Brasileira da Cultura em 2007, Chico Lobo faz parte da linhagem de nomes importantes como Almir Sater, Renato Teixeira, Pena Branca & Xavantinho, Milionário & José Rico, que enriqueceram e ajudaram a dar brilho à denominada “música sertaneja” ou “música regional”, sigla tão vazia como várias músicas do denominado “sertanejo universitário”. Mas, além da música, ele é um importante divulgador da viola no Brasil, por meio de trabalhos como o pioneiro DVD “Viola Popular Brasileira”, artigos na revista “Viola Caipira” (onde mantém coluna fixa) e nos programas de rádio “Canto da Viola” (na Rádio Inconfidência) e de televisão “Viola Brasil”. Agora ficaremos aguardando, como anunciado por Zeca Baleiro em “Pra Onde Eu Tava Indo?”, os bailões diários no vão livre do Masp, em São Paulo.