Seja bem vindo(a)!!!





Há mais 26 anos , apresento um programa de rádio intitulado "Canta Minas", na rádio Aranãs FM, de Capelinha MG, com enfoque para a música mineira em todas suas vertentes. Sempre fui apaixonado por música e rádio. Assim sendo, tomei a iniciativa de criar este blog com a finalidade de divagar um pouco sobre as minhas impressões durante os mais de 20 anos de programa. Além da música também sou apaixonado por História e Literatura. Aqui, publicarei crônicas, causos e outras lorotas a respeito de tudo que tenho vivido nesse pedaço de chão que é o Vale do Jequitinhonha. E como não pode deixar de ser, também escrevo sobre a minha querida terra natal, Corinto, e outras vivências pelo mundo afora que me ajudaram a construir uma história de gente comum, sem heroísmos, no entanto carregada pelos "sinais de humanidade"!!! Abraços Gerais!!!

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

PEDRO MORAIS, VOZ E VIOLÃO, DE VOLTA A CAPELINHA

Show inaugura parceria entre Tadeu Oliveira e Rodrigo Pires na produção de shows e eventos alternativos para os amantes da MPB e artistas ecléticos e à margem dos circuitos midiáticos

O cantor e compositor mineiro Pedro Morais faz show nesta quinta-feira (26), às 21 horas, no Garden Pub em Capelinha. O show sela a parceria entre o apresentador do Programa Canta Minas Tadeu Oliveira e Rodrigo Pires da R. Pyrez Publicidade e Promoções. A parceria visa ocupar uma cena que anda carente na cidade, que são os shows alternativos para o público que curte MPB e outros gêneros musicais que andam à margem dos circuitos midiáticos.

Pedro Morais já tem uma longa relação e afinidade com o Programa Canta Minas. Foi o primeiro artista a se apresentar ao vivo no programa e abrilhantou a festa de 4 anos do Canta Minas sob a direção de Tadeu Oliveira. Além disso, já se apresentou no Galpão Cultural e na praça do Povo. A sua última apresentação se deu junto ao Cobra Coral em 2012 na Florae, em evento realizado pela CREDICAP.

O primeiro show será com Pedro Morais, dono de uma voz privilegiada, de timbre incomum e uma das grandes revelações da música brasileira na atualidade. Músico desde os sete anos e ganhador de diversos festivais, o artista já emplacou três CDs: Pedro Morais, Sob o Sol e Vertigem.

Pedro também integra o Quarteto Cobra Coral junto com Kadu Viana, Flávio Henrique e Mariana Nunes. Ele se destaca na cena da MPB de Minas Gerais com um repertório próprio composto de canções densas e cativantes, resultando em inúmeras apresentações anuais por todo o Estado, pelo Brasil e por países da América Latina.

Pedro Morais já se apresentou com grandes nomes da música brasileira como Lenine, Paulinho Moska e Milton Nascimento. Nesse show intimista, Morais trará no repertório suas canções de maior sucesso e releituras de canções que marcaram grandes momentos na voz de Cássia Ellen, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Roberto Carlos. Além disso, garante que o repertório será modificado de acordo com o público presente que, inclusive, poderá fazer alguns pedidos musicais.

O evento conta com a apresentação da Auto Escola São Cristóvão, Backup, Café Aranãs e Luana Lima Arquitetura e Interiores, patrocínio da Padaria São Geraldo, Verdura & Cia. E Hotel Aranãs e o apoio da Rádio Aranãs FM e Casa da Cultura de Capelinha.

Serviço:
Pedro Morais, voz e violão
Data: 26 de janeiro às 21h
Local: Garden Pub - Capelinha MG
Realização: Programa Canta Minas & R.Pyrez Publicidade e Promoções

sexta-feira, 11 de abril de 2014

MÚSICOS DE CAPELINHA ACOMPANHAM O CORAL VOZES DAS VEREDAS


Capelinha marcará presença no show AS ONHAS DO JEQUI 30 ANOS, oferecendo os seus excelentes músicos para acompanhar o Coral Vozes das Veredas. Estarão conosco no palco Carlos Geovane, Jonh Luiz e César Loredo.

Carlos Geovane, conhecido como Dudu, é integrante da Banda Números onde comanda as guitarras. O Jonh Luiz, conhecido por Jony, é um dos líderes e fundadores da Banca de rock Seu Aurélio. Dudu e Jony comandam os violões. César Loredo se encarrega da percussão e acompanha o Coral desde os primeiros shows.

Ainda faz parte desse time o veredinhense Vitor Oliveira no contra-baixo. Vitor é músico da Corporação Musical Manoel Alecrim, a banda de música de Veredinha, e toca violão para os corais que abrilhantam as missas da paróquia daquela cidade.

Dudu

Jonh

Vitor


César Loredo

SHOW ONHAS DO JEQUI MARCA A ESTREIA DA PARCERIA TADEU & ALÉXIS COMO COMPOSITORES

Aléxis e Tadeu, em 2000
Quando fomos convidados para participar do show AS ONHAS DO JEQUI 30 ANOS, a produção nos informou que cantaremos uma música de cada compositor do Vale. Na ocasião do convite, ainda não estava decidida a participação de Tadeu Franco. Assim, o Coral Vozes das Veredas não terá em seu repertório canção desse artista.

O nosso repertório compõe-se das seguintes canções:

1 – Cantiga pra Lira (Rubinho do Vale)
2 – Vale Encantado (Gonzaga Medeiros)
3 – Tropeiro de Cantigas (Paulinho Pedra Azul)
4 – Gira a o Coco (Saulo Laranjeira / Tuca Graça)
5 – Beira Mar Novo (Domínio Público, adap. Frei Chico e Lira Marques)
6 – A Viola e o Rio (Tadeu Oliveira / Aléxis Eleutério)

A música A Viola e o Rio é uma música inédita e foi composta por mim e pelo meu parceiro Aléxis Eleutério. Os arranjos vocais foram feitos por mim. Confira abaixo a letra da música:

A VIOLA E O RIO

Tadeu Oliveira  / Aléxis Eleutério
Eu ouvi o meu amor cantando
Na beira das águas do rio
Eu senti o meu amor chamando
Das barrancas desse rio

As águas da correnteza
Descem tangendo tão sonoras
Como cordas de viola
Nos dedos das pedras do rio
Somente quem é violeiro
Consegue ouvir o canto das águas
E entender as minhas mágoas

Eu ponteio a minha viola
Revelando assim meus caprichos
O vento traz uma voz que consola
Ao conversar na língua dos bichos

Cai a noite, os peixes sobre as águas
Saltam pra beijar a lua
E um rastro de luz que brilha e rasga o céu
Iluminando casas, clareando ruas
Lá no cais do porto
Onde o meu amor vem me esperar
Adormece e sonha:  Jequitinhonha


Aléxis Eleutério
Eu e Aléxis começamos a compor em 2000 e da nossa primeira parceria frutificou “Lua Ocidental”. Depois vieram outras como: Boi Mineiro, Cupido, Canção para Cláudia, Terreiro e outras mais. Aléxis Eleutério é natural de São Pedro dos Ferros e morou em Capelinha até 2003. A sua experiência musical se resume na participação em diversos festivais da canção na década de 1980 na Zona da Mata, tendo sido premiado em festivais.

ONTEM E HOJE: UM SHOW EMBLEMÁTICO NA MINHA VIDA


Em 1982, saí de Corinto tomando o rumo de Belo Horizonte. Como todo jovem do interior daquela época, levei na bagagem muitos sonhos: estudar, progredir na minha carreira na MinasCaixa e quem sabe conseguir um emprego melhor através de concursos.

Logo quando cheguei, fui lotado numa agência recém-inaugurada que se localizava na avenida Getúlio Vargas esquina com a rua Rio Grande do Norte, no bairro Funcionários, bem pertinho da Savassi. Por ser uma agência recém-inaugurada, a Getúlio Vagas acolheu todos os funcionários do interior que haviam pedido transferência para a capital. Havia também alguns pouquíssimos funcionários de Bh. Até os vigilantes eram do interior.

E por haver pessoas de todas as regiões mineiras, logo a diversidade cultural se fez latente. Na agência Getúlio Vargas estava explícita as muitas Minas em uma só, como escreveu Guimarães Rosa. Sotaques e gostos musicais diferentes, preferências culinárias variadas e muita coisa em comum: futebol, causos sempre tomando uma gelada nos fins de tarde.

Tão logo cheguei, fui enturmando com o pessoal que tinha vindo dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. E com eles fui conhecendo e tomando gosto pela cultura e, principalmente, pela música do Vale do Jequitinhonha.

E foi com esta turma que tomei o caminho do Palácio das Artes, em 1984, para assistir ao show “AS ONHAS DO JEQUI” no dia 26 ou 27 de março. Naquele dia, fui arrebatado pela força e energia emanadas do mais profundo do Vale do Jequitinhonha.  Ao sair do teatro tinha a convicção de havia encontrado os meus pares e que um dia haveria de morar nesse lugar.

Passado algum tempo, após viver os desígnios comuns a qualquer pessoa que sonha ser feliz, eis que a vida resolveu me tanger para o Vale do Jequitinhonha. E não demorou para que logo eu me visse entranhado junto ao povo desse lugar colecionando amizades, realizando sonhos e dividindo esperanças.

Trinta anos passados, eis que sou convidado a participar junto com o Coral Vozes das Veredas do show “As Onhas do Jequi”, a se realizar no dia 12 de abril/2014, no Minascentro, em BH. O show contará com a participação de Saulo Laranjeira, Paulinho Pedra Azul, Rubinho do Vale, Gonzaga Medeiros, Frei Chico e Lira Marques.

Participar desse show, além de emblemático será também uma honra. Afinal, poder dividir o palco com esses artistas, principalmente com Rubinho Do Vale e Gonzaga Medeiros, pessoas que estreitei laços e construí amizades, é um regozijo. Porque mudar da condição de espectador, fã e admirador para a condição de coadjuvante só pode ser mesmo um presente de Deus.


terça-feira, 25 de março de 2014

CORAL DE VEREDINHA É CONVIDADO ESPECIAL DO SHOW "AS ONHAS DO JEQUI"



No dia 23 de fevereiro, quando se realizou o Seminário "Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural" na cidade de Araçuaí, o diretor executivo do ValeMais - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha, Guilardo Veloso e o poeta e compositor Gonzaga Medeiros oficializaram convite para o Coral Vozes das Veredas participar do show "As Onhas do Jequi - 30 anos", dentro do projeto "Quando o Jequitinhonha Canta e Dança". 

Segundo Guilardo Veloso, o Coral de Veredinha foi escolhido "por ser um trabalho considerado pela crítica especializada muito importante de cultura e inclusão social, envolvendo jovens do Jequitinhonha, mas também pela dedicação, competência e seriedade da pessoa do coordenador e regente, Professor Tadeu Oliveira."

Criado em agosto de 2001 pela Associação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente de Veredinha – ADECAVE, o Coral Vozes das Veredas foi o primeiro trabalho de conto coral realizado por mim. Além do coral de Veredinha, trabalhei com o Coral Mali Martin na cidade de Itamarandiba, com o Coral Zabelê na cidade de Turmalina e com o Coral Plantar na cidade de Curvelo.

Depois de se apresentar nas cidades de Capelinha, Turmalina, Minas Novas, arbonita, Francisco Badaró, Berilo, Itamarandiba, Diamantina, Couto Magalhães de Minas, Angelândia e Araçuaí,  todas no Vale do Jequitinhonha, e nas cidades de Corinto e Itabira, em 2004 o Coral participou do 2.º Festival de Corais de Belo Horizonte, atualmente conhecido como FIC – Festival Internacional de Corais,  evento que faz parte do calendário cultural oficial do estado e que homenageou o Clube da Esquina, cantando para um público estimado em mais de 10 mil, tornando-se a grande atração do evento. A partir daí, o Coral sempre se fez presente nas edições seguintes do FIC – Festival Internacional de Corais de Belo Horizonte.

Em 2005, o Coral gravou o seu primeiro CD, intitulado “Um Canto Novo Num Cantinho do Vale” através de recursos subsidiados pela Secretaria de Estado da Cultura de Minas.

Em 2006, participou do show Vozes do Vale, dentro do projeto Vale: Vozes e Visões, A Arte Universal do Jequitinhonha realizado pela Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais, junto com Rubinho do Vale, Pereira da Viola, Dea Trancoso, Josino Medina,  Zé Padre, Coral da Lavadeiras de Almenara e Coral Araras Grandes.

Em 2007, o coral participou do projeto Quatro Cantos – Coral na Praça, realizado pelo BDMG Cultural, se apresentando na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte e em 2008, juntamente com Rubinho do Vale, cantou em solenidade do Programa de Combate à Pobreza Rural – PCPR, no Palácio da Liberdade. Antes, participou em 2006 do show Vozes do Vale, dentro do projeto Vale: Vozes e Visões, A Arte Universal do Jequitinhonha realizado pela Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais.

Dentre várias publicações na imprensa, há de se destacar a crônica escrita por Fernando Brant no caderno de Cultura do Jornal Estado de Minas, datado de 1.º de dezembro de 2004 e republicada no livro Casa Aberta (Editora Dubolsinho, 2012) onde o poeta e compositor reuniu várias de suas crônicas originalmente publicadas no jornal mineiro.

A partir de 2006, o Coral inicia sua emancipação da ADECAVE e passa, no inicio de 2007, a contar com a colaboração de um grupo de pessoas de Belo Horizonte simpáticas ao trabalho ao meu trabalho. Na tentativa de buscar sobrevivência para o Coral, já considerado importante referência para a comunidade local, os pais fundam em 2008 a Associação Coral Vozes das Veredas e desde então vem buscando apoios diversos para sua manutenção.

Atualmente o Coral é formado por 23 integrantes com idade entre 12 e 23 anos, oriundos em sua maioria, de famílias carentes. O Coral Vozes das Veredas tem como premissa básica a coleta e registro de cânticos regionais do Vale subsidiados através da pesquisa junto a familiares e comunidades rurais.

Por onde o Coral Vozes das Veredas passa o público se emociona diante de sua Simplicidade e singeleza despertando a atenção de artistas como Rubinho do Vale, Fernando Brant e Tavinho Moura pelo belo trabalho desenvolvido pelo regente Tadeu Oliveira. O repertório é composto de músicas da MPB, folclóricas e regionais com uma pitada lírica, fundamentando a personalidade sonora do coral por toda a região do Vale do Jequitinhonha.

Clique nos links abaixo para ler artigo de Fernando Brant sobre a música mineira, onde cita o Coral Vozes das Veredas como uma das gratas surpresas do canto de Minas:

http://cantaminas.blogspot.com.br/2012/10/artigo-musica-e-mineiridade-1-parte.html

http://cantaminas.blogspot.com.br/2012/10/artigo-musica-e-mineiridade-2-parte.html (O autor cita o coral ao final do artigo)

segunda-feira, 24 de março de 2014

A MÚSICA DO VALE DO JEQUITINHONHA COMEMORA 30 ANOS DE ESTRADA


Em 1984 o Jequitinhonha desembarcava na capital mineira com a cultura popular, seus artistas grupos e agentes culturais. Aí se vão 30 anos e a capital mineira tornara-se uma parte do território cultural do Vale do Jequitinhonha. Hoje não há mineiro que não conheça as expressões culturais desta região são conhecidas mundo afora.

Para comemorar estes 30 anos, o Valemais – Instituto Sociocultural Jequitinhonha lançou o projeto “Quando o Jequitinhonha Canta e Dança”, que aconteceu em fevereiro com o seminário “Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural”, na cidade de Araçuaí. Este seminário reuniu mais de 50 cidades e quase uma centena de agentes culturais do Jequitinhonha, Mucuri, Belo Horizonte e várias partes de Minas.

A segunda parte deste projeto começará no dia 12 de abril de 2014, com a reedição do “As Onhas do Jequi” no Minascentro, com a gravação de um DVD. Esta será uma oportunidade imperdível de festejar a cultura popular. O show terá a participação de Paulinho Pedra Azul, Saulo Laranjeira, Rubinho do Vale, Frei Chico, Lira Marques, Coral Vozes das Veredas, Tadeu Franco, Gonzaga Medeiros e Tadeu Martins.

Já no dia 13, o encerramento terá outro grande show com outra comemoração, os 20 anos da carreira de Pereira da Viola com o show “Incelente Maravilha” convidando Titane, Wilson Dias, Josino Medina e Célio Sene.

É mesmo uma Incelente Maravilha, quando todos cantamos e dançamos com o Jequitinhonha!
SERVIÇO

Evento: Quando o Jequitinhonha Canta e Dança

Data: 12 de abril de 2014 – “As Onhas do Jequi”

Hora: 20h

Data: 13 de abril de 2014 – “Incelente Maravilha”

Hora: 20h

Local: Minascentro

Endereço: Avenida Augusto de Lima, 785 – Centro – Belo Horizonte

Informações: 31-9952-3054 - www.facebook.com/InstitutoValemais

Ingressos: www.sympla.com.br/valemais


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

QUANDO O JEQUITINHONHA CANTA E DANÇA

Em 1984, eu morava em BH e tive o privilégio de assistir ao show “AS ONHAS DO JEQUI” no dia 26 ou 27 de março, no Palácio das Artes. Naquele dia, a força e a energia das canções emanadas do mais profundo do Vale do Jequitinhonha mexeram muito comigo. Me senti arrebatado de tal forma a ponto de prenunciar àqueles que me acompanhavam que um dia haveria de morar nesse lugar encantador. 

Passado algum tempo, após viver os desígnios comuns a qualquer pessoa que sonha ser feliz, eis que a vida resolveu me tanger para o Vale do Jequitinhonha. Não demorou e logo me vi entranhado junto ao povo desse lugar. Colecionei amizades, realizei sonhos e dividi esperanças. 

Para minha grande alegria, acabo de receber um presente maravilhoso. Eu e o Coral Vozes das Veredas fomos convidados para participar do projeto “Quando o Jequitinhonha Canta e Dança” como convidados especiais do show “As Onhas do Jequi”, a se realizar no dia 12 de abril/2014, no Minascentro, em BH. O show contará com a participação de Saulo Laranjeira, Paulinho Pedra Azul, Rubinho do Vale, Gonzaga Medeiros, Frei Chico e Lira Marques. Em breve deverá ser oficializado pela Vale Mais que inclusive divulgará as informações com maiores detalhes. O convite foi oficializado pela VALE MAIS - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha no Seminário “Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural”, realizado nesse fim de semana, em Araçuaí. 

Participar desse show, além de emblemático será também uma honra. Afinal, poder dividir o palco com esses artistas, principalmente com Rubinho Do Vale e Gonzaga Medeiros, pessoas que estreitei laços e construí amizades, é um regozijo. Porque mudar da condição de espectador, fã e admirador para a condição de coadjuvante só pode ser mesmo um presente de Deus. 

Muito obrigado à Vale Mais, Carlinhos Ferreira, Gonzaga Medeiros e Guilardo Veloso.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

CORAL DE VEREDINHA PARTICIPA DO FESTIVAL INTERNACIONAL DE CORAIS EM BH


O Coral Vozes das Veredas, da cidade Veredinha-MG, sob a regência e coordenação de Tadeu Oliveira, participa pela quinta vez do FIC – Festival Internacional de Corais em Belo Horizonte. A primeira vez que o Coral participou foi no ano de 2004, quando o evento homenageou o Clube da Esquina. Voltou novamente nos anos de 2005, 2007 e 2010, este último em homenagem a Milton Nascimento.

Última participação: FIC de 2010.
Desde domingo, 1º de setembro, a capital mineira recebe o Festival Internacional de Corais que este ano homenageia Chico Buarque, de modo que cada coral deve apresentar pelo menos uma das composições do artista. As Vozes das Veredas preparou as músicas “O cio da terra”, composição de Chico e Milton Nascimento, e “Funeral do lavrador”, música de Chico sobre poema de João Cabral de Melo Neto que compõe a peça teatral “Morte e vida Severina”.

Além disso, em todas as apresentações será executada a música tema deste ano, cuja letra retrata Chico como "poeta de luz, inventor da canção e defensor do país". Intitulada Olhos de mar, a composição é de autoria de Leonardo Cunha e Murilo Antunes, e será apresentada conjuntamente pelos corais participantes.

O Festival

Já na décima primeira edição, a iniciativa do festival objetiva difundir a modalidade do canto coral e fortalecer os laços entre corais regionais, nacionais, internacionais e o público.

O FIC conta com apresentações em diversos locais de Belo Horizonte, da Região Metropolitana, no interior de Minas Gerais e também na capital do Rio de Janeiro. A programação, que começou dia 1º e termina neste domingo, 15, acontece sempre em locais abertos ao público, como praças, parques, museus, igrejas, teatros e hospitais. Consulte a agenda completa aqui: http://www.festivaldecorais.com.br


Confira os locais de apresentação do Coral Vozes das Veredas:

DATA: 14/09/2013
LOCAL: MUSEU HISTÓRICO ABÍLIO BARRETO
HORÁRIO: 17h
ATRAÇÕES:
- Coral do Colégio Santa Dorotéia (BH) - Unidade II
- Coral do Colégio Santa Dorotéia - Unidade I
- Coral dos Correios
- CORAL VOZES DAS VEREDAS
- Coral Água Branca

DATA: 14/09/2013
LOCAL: CORETO PRAÇA DA LIBERDADE - VIRADA CULTURAL
HORÁRIO: 18h E 19h30
ATRAÇÕES:
- Coral Ribeirão de Areia - 18h
- CORAL VOZES DAS VEREDAS - 19h30

DATA: 15/09/2013
LOCAL: ESCADARIA DO PALÁCIO DA JUSTIÇA
HORÁRIO: 09h
ATRAÇÕES:
- Alma de Gato
- Coral Água Branca
- Coral da Fundação Cultura Carlos Drummond Andrade
- Coral do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá
- CORAL VOZES DAS VEREDAS
- Coral da USP - Grupo Madrigal Revivis

VEM PRA RUA: VIRADA CULTURAL DE BH

Virada Cultural de BH quer tirar 50 mil pessoas de casa. Programação começa às 17h de sábado e vai até às 19h de domingo

Foto: Alonso Martinez/Divulgação

 Que tal curtir a maratona cultural de 24 horas ininterruptas, cuja diversidade de atrações tem tudopara agradar a todo mundo? Instituída por lei municipal, a Virada Cultural de Belo Horizonte estreia no fim de semana com a expectativa de atrair cerca de 50 mil pessoas.

Neste sábado e domingo, o público terá à disposição seis palcos oficiais e outros dois montados por parceiros. Praticamente todos os equipamentos dedicados à arte na capital – incluindo os 15 centros administrados pela Fundação Municipal de Cultura (FMC) – participarão da Virada, que priorizará o talento de artistas locais.
O roteiro traz de tudo um pouco: de cortejos de maracatu, que vão marcar a abertura amanhã à tarde, na Avenida Afonso Pena, ao show de Wagner Tiso e Som Imaginário, domingo, no Palácio das Artes, passando por Elba Ramalho, Demônios da Garoa e Pato Fu.

Serão mais de 400 atrações das áreas de música, teatro, dança, circo, cinema, literatura, artes plásticas, moda e gastronomia. Simone Dutra, diretora de ação cultural da FMC, conta que a composição da grade veio de inscrições feitas no site da Virada (foram 1.302), além de outras fontes, como a programação associada de parceiros como Palácio das Artes, Funarte MG, Sesc Palladium, Cine Theatro Brasil-Vallourec, Circuito Cultural Praça da Liberdade, BDMG Cultural, Fumec e Espaço 104, entre outros.

As parcerias viabilizaram tanto projetos contemplados pela Lei Rouanet, como o convite da paulista Orquestra Sinfônica Arte Viva à cantora Elba Ramalho para um concerto em homenagem a Dominguinhos (1941 – 2013), quanto da contrapartida da lei municipal de cultura e do edital Cena Música. Simone Dutra espera ver 50 mil pessoas circulando pelos vários pontos do evento, orçado em R$ 1,2 milhão. Os recursos são oriundos da FMC, Belotur, SLU e BHTrans, além do investimento de parceiros.

A ideia é fazer da Virada Cultural de Belo Horizonte um evento anual e descentralizado, sempre em setembro, no Hipercentro da capital. “A ideia é oferecer uma festa a mais abrangente possível para a cidade”, explica Simone Dutra.

Encontro de gerações

De olho no potencial da Virada Cultural, Wagner Tiso planeja atrair várias gerações ao show do grupo Som Imaginário, que ele integra ao lado de Nivaldo Ornelas, Robertinho Silva, Luiz Alves, Tavito e Victor Biglione. Criada nos anos 1970, a banda se destacou ao lado de Milton Nascimento, separou-se e voltou aos palcos recentemente.

“Durante as apresentações, tenho visto o pessoal de cabeça branca chorando, enquanto os mais novos se divertem com o nosso jazz-rock”, afirma o emocionado maestro, arranjador e compositor. O Som Imaginário se distingue por um rock pesado que prima por caminhos harmônicos, condizentes com a tradição mineira, define Wagner.

“Representamos a maneira mais mineira de fazer rock”, resume o sócio fundador do Clube da Esquina, ao lembrar que o grupo funde música erudita, jazz, regional e rock progressivo. Domingo à noite, no Palácio das Artes, o show de 90 minutos privilegiará arranjos instrumentais do disco Matança do porco, considerado o “mais progressivo” do Som Imaginário, além de composições de álbuns anteriores: Feira moderna, Casa no campo e Hey man , por exemplo. Inéditas, de acordo com o Wagner Tiso, só quando o grupo gravar o novo CD/DVD. O que ocorrerá em breve.  

WAGNER TISO E SOM IMAGINÁRIO

Domingo, às 19h. Palácio das Artes, Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro, (31) 3236-7400. Inteira: R$ 50, R$ 60 e R$ 70.


Para Dominguinhos

Foto: Daniel Ebendinger/Divulgação
A oportunidade de homenagear Dominguinhos, falecido em julho, faz Elba Ramalho se emocionar. “A falta dele é imensa. Dominguinhos era um dos maiores músicos da nossa história: virtuoso, com sensibilidade gigantesca, capaz de compor todos os tipos de canção. Acho injusto se referirem a ele apenas como forrozeiro. Esse gênio nos deixou o legado de mais de 500 composições e parcerias com Chico Buarque, Djavan, Gilberto Gil, Anastácia, Nando Cordel e tantos outros grandes autores”, afirma a cantora.
Elba teve o prazer de gravar 31 músicas do amigo ao longo de sua carreira. No concerto, sob regência do maestro Amilton Godoy, ela vai privilegiar o repertório de Baião de dois, disco gravado em 2005 com o qual homenageou o amigo.

A cantora revela que gosta de se apresentar com orquestras não só pela grandiosidade e complexidade da sonoridade, mas pelo desafio. “Já participei de óperas e concertos. Felizmente, o resultado é sempre muito bom”, avalia, lembrando que o formato tem suas pecularidades. “Devo respeitar o público e a orquestra”, conclui Elba Ramalho.

ELBA RAMALHO E ORQUESTRA SINFÔNICA ARTE VIVA
Sábado, às 19h. Praça da Estação, Centro. Entrada franca.


Foto: Sylvio Coutinho/Divulgação

Fab Four na praça
Prestes a embarcar para Los Angeles (EUA) – onde vai gravar participação na trilha sonora de Rio 2, a nova animação de Carlos Saldanha –, o grupo Uakti levará o repertório dos Beatles para a Virada Cultural de Belo Horizonte.

Lançado no ano passado, o disco Uakti Beatles vem chamando a atenção de público e crítica pela pérolas do quarteto de Liverpool na interpretação sui generis dos mineiros, que constroem seus instrumentos com tubos de PVC, cabaças e tambores d’água.

Criados por Marco Antônio Guimarães com o auxílio de Artur Andrés, Paulo Santos e Décio Ramos, o instrumental do Uakti atrai a atenção internacional por sua peculiaridade.

“A oportunidade de atingir um público diferente daquele que nos acompanha nos teatros é ótima”, comemora o percussionista Paulo Santos. De acordo com ele, a plateia é sempre parceira importante nas praças. Principalmente na hora de tocar clássicos como Get back, Julia, Lucy in the sky with diamonds e Come together.

UAKTI
Sábado, às 20h. Praça Floriano Peixoto,
Bairro Santa Efigênia. Entrada franca.

Clique a veja a programação completa

CONFIRA DESTAQUES DA VIRADA CULTURAL (Clique sobre a imagem para ampliá-la):


Fonte: Caderno Divirta-se, jornal Estado de Minas, 13/09/2013.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

FESTIVALE FAZ A FESTA DA CULTURA POPULAR

Começa hoje e vai até o dia 20 de setembro em Araçuaí, o Festivale que comemora os 43 anos do Coral Trovadors do Vale e a I Semana da Cultura de Araçuaí.

A festa é uma promoção do Instituto Vale Mais, Coral Trovadores do Vale e e Prefeitura Municipal de Araçuaí com apoio do governo de Minas, através da Secretaria Estadual de Cultura. 

Todas as atividades acontecem no circuito histórico da cidade. Confira a programação na imagem abaixo:



sábado, 3 de agosto de 2013

CONHEÇA A HISTÓRIA DO EXTINTO CABARÉ MINEIRO

Casa de shows aberta na Rua Gonçalves Dias, na capital, em 1985 fez parte 
da cena cultural mineira e foi palco para consagrar artistas como 
Marisa Monte, Ed Motta e Cássia Eller 


Felipe Canêdo


Turma de Wagner Tiso foi responsável por levantar a casa e levar para lá 
os agitos mais quentes de BH


Entre 1985 e 1992, na Rua Gonçalves Dias, número 54, uma casa de shows e espetáculos fervilhava como um dos pontos nevrálgicos da borbulhante cena cultural mineira e brasileira do período de abertura democrática: o Cabaré Mineiro. Pouca gente que passa hoje pela região do Bairro Funcionários, povoada de lojas e edifícios comerciais, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, imagina que o local onde há um prédio residencial foi palco de shows ontológicos de artistas que depois se consagraram no cenário nacional, como Marisa Monte, Ed Motta e Cássia Eller, e de medalhões do jazz internacional, como Wayne Shorter, Wynton Marsalis e Joe Pass.

“O Cabaré Mineiro marcou época pela sua pluralidade. Não só por causa dos artistas que se apresentavam lá, mas porque ele tinha atividades das mais variadas matrizes artísticas de segunda a segunda”, avalia Cláudio Rocha, um dos sócios fundadores do empreendimento. Com capacidade para 600 pessoas, 400 sentadas, o espaço foi especialmente projetado para receber os agitos mais quentes da capital mineira. “Era um prédio muito bonito. Ele era especial. O levantamos do chão.

Tinha um terreno baldio ali, a gente alugou e levantou o Cabaré, foi um negócio muito bonito, a gente tinha muita vontade”, conta o músico Wagner Tiso, que além de ter sido sócio da casa também se apresentava lá com frequência.

O projeto arquitetônico, assinado por Milton Reis, era inspirado no Teatro Municipal de Sabará, tinha palco italiano e mezanino e foi ornamentado pelos artistas Marcelo Xavier e Mário Valle. As garçonetes universitárias do Cabaré também chamavam atenção e atraíam clientela. “Foi um lugar extremamente pitoresco, a gente tinha uma programação variada com shows, teatro, cinema, literatura e discussões. Acho que o Brasil não tem hoje uma casa como o Cabaré”, afirma Tiso, com um tom de nostalgia na voz.

“Tinha leilão de quadros, muita coisa interessante, tinha um movimento político legal, acompanhando esse momento do país renascendo. Tenho uma lembrança de uma casa muito boa. Sinto saudades”, diz a produtora cultural Nely Rosa, que frequentava assiduamente o Cabaré Mineiro. O projeto Sempre um Papo, que até hoje promove discussões e palestras com personalidades da cena cultural brasileira em Belo Horizonte, também passou por lá.

Música

“A gente não tinha nenhuma experiência nessa área de casas noturnas, eu (Cláudio Rocha) e Wagner Tiso. O Tadeu Rodrigues (posteriormente substituído por Ramon Fiúza) entrou para nos ajudar. Talvez por isso tenha dado certo, nós tínhamos um olhar muito cultural, claro que um olhar financeiro também, mas muito cultural”, lembra Rocha. Segundo ele, um dos primeiros shows da carreira de Marisa Monte aconteceu no Cabaré Mineiro. “Ela tinha tocado em um lugar pequeno no Rio de Janeiro, nós ficávamos muito atentos à cena cultural brasileira, então fizemos um show dela aqui e foi um sucesso, lotou. Foram três noites”, conta. Rocha cita também Ed Motta “Ele era desconhecido quando tocou no Cabaré”, diz. As
bandas Veludo Cotelê e Ouro de Tolo também marcaram época no palco do casa.

A ideia do Cabaré Mineiro surgiu da necessidade de haver um palco onde alunos da Música de Minas Escola Livre pudessem se apresentar. O empreendimento tinha como sócios Wagner Tiso, Cláudio Rocha e Milton Nascimento e funcionou entre 1980 e 1986. “Foi a primeira escola de música livre de BH e formou uma geração de músicos”, afirma Cláudio. Samuel Rosa, do Skank, Maurício Tizumba e Flávio Henrique foram alunos. Entre os professores estão Juarez Moreira, Gilvan de Oliveira e Babaya. Segundo Rocha, mais de
50% dos alunos da escola eram carentes e muitos deles eram bolsistas.

O Cabaré Mineiro fechou as portas em 31 de março de 1992 pois o dono do terreno onde ficava a casa não quis renovar o contrato de aluguel. Entre os vários artistas que se apresentaram estava Paulinho Pedra Azul, que lançou um livro de sua autoria naquela noite.
Atrações de renome Muitos artistas de renome se apresentaram no Cabaré Mineiro, como Adriana Calcanhotto, Leila Pinheiro, Nara Leão, Nana Caymmi, Cauby Peixoto, Luiz Melodia, Eduardo Dusek, João Bosco, Cida Moreira, Belchior, Jorge Ben e Banda Zé Pretinho, Jane Duboc, Lúcio Alves, Amelinha, Ednardo, Sivuca, Taiguara, Dominguinhos, Grupo Rumo, Ná Ozzetti, Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção, Eliete Negreiros, Boca Livre, Olívia Byington, Paulo Moura. Pratas da casa, agitaram o palco do Cabaré Milton Nascimento, Wagner Tiso, Toninho Horta, Tavinho Moura, Beto Guedes, Lô Borges, Marco Antônio Araújo, Grupo Uakti, Paula Santoro, Titane e Sylvia Klein. Entre as atrações internacionais que passaram por lá, além de Wayne Shorter, Wynton Marsalis e Joe Pass, também se apresentaram Toots Thielmans e Al Di Meola.

Linha do tempo

1980
Wagner Tiso, Cláudio Rocha e Milton Nascimento abrem a Música de Minas Escola Livre

1985
Abertura do Cabaré Mineiro com programação inusitada e intensa

1986
Show de Sérgio Sampaio lota a casa

1987
A então desconhecida Marisa Monte é um sucesso e faz três apresentações no Cabaré

1990
Bandas Ouro de Tolo, Veludo Cotelê e Hocus Pocus se tornam frequentes, assim como a Banda Buick 90, que tocava todas as quintas-feiras

1992

Contrato de aluguel termina e o Cabaré Mineiro é fechado com grande festa


Fonte: Portal Uai: EM.COM.BR Publicação: 03/08/2013 06:00 - Atualização: 03/08/2013 07:06

domingo, 14 de julho de 2013

HOJE NO GALPÃO CULTURAL TEM VIOLA CAIPIRA E MUITO SAMBA NA MADRUGADA

João da Viola fazendo  estripulias na cordas
Foto: Tadeu Oliveira
O Galpão Cultural desse ano começou prometendo ser um dos mais animados dos últimos anos. A primeira noite foi um sucesso, deixando todo público presente extasiado. Não faltaram emoção, alegria, animação e muita gente boa cantando. 

O Galpão Cultural é sinônimo de encontro, comunhão e fortalecimento dos laços culturais que reforça cada vez mais a identidade capelinhense. A segunda noite do Galpão Cultural promete ser mais animada que a primeira. Hoje teremos os Amantes da Viola e o Grupo Sambart. Vamos nessa, galera!!!

OS AMANTES DA VIOLA

Dupla formada por Geraldo Gonsalves Silva e João Araújo Rodrigues, o João da Viola.

Geraldo começou a cantar e tocar violão em 2001, quando formou a dupla Marcelo & Juliano, com o violeiro Oldair José.  Em 2007, acompanhou a dupla Edgar & Alexandre tocando guitarra e violão.

De 2010 a 2011, Geraldo Gonsalves acompanhou a dupla Rio Doce & Mucuri, sempre tocando guitarra e violão.

Em 2012, ele se junta ao João da Viola para formar a dupla Os Amantes da Viola. Além de música sertanejas, Geraldo também é apreciador da MPB e outros gêneros populares.

O João Araújo, conhecido por João da Viola é natural de Minas Novas e é veterano na estrada da música. Começou sua carreira em 1979, fazendo dupla com Manuel Pepino, também natural de Minas Novas. Com essa formação, João da Viola venceu diversos festivais: em 1984, venceu um festival em Minas Novas junto com o Pereira da Viola, em 1987, venceu outro festival, em Ribeiro Preto, junto com outra dupla famosa: Lourenço e Lourival e em 1993, João da Viola e seu companheiro Manuel Pepino venceram o festival da cidade de Baití, no interior do Paraná.

Aqui em Capelinha, João da Viola fez diversas duplas em parceira com Dimas & seus Teclados, com o senhor Antônio Mendes, quando formou a dupla Rio Doce & Mucuri com quem também gravou um CD.

João da Viola também participou da banda Sedução do Forró e atualmente forma a dupla Os Amantes da Viola com Geraldo Gonsalves, tocando e cantando em toda região.


sábado, 13 de julho de 2013

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DO GALPÃO CULTURAL 2013

RESGATE CULTURAL, TRADIÇÃO PRESERVADA!

Este ano, o Galpão Cultural traz como tema “Resgate Cultural, Tradição Preservada”. A intenção é difundir e manter vivas as iniciativas culturais, folclóricas e religiosas que desafiam o tempo e permanecem no cotidiano de Capelinha. Esse tema, inclusive, integra as ações propostas pela Secretaria Municipal de Cultura em 2013.

O painel no fundo do palco resgata, em fotos envelhecidas, as principais tradições locais como a feira livre, serestas, desfiles cívicos, bumba-meu-boi, caboclinhos, banda de taquara, dança do vilão, pau-de-sebo, fanfarra, festa do Divino, procissões, coroações, culinária, artesanato e muito mais.

Os painéis nas janelas retratam a história de Capelinha, desde sua fundação até os dias atuais. Nas paredes estão estampadas peças artesanais e decorativas sobre o tema.

Viva intensamente todos os momentos do Galpão Cultural. Aqui tem: boa música, shows, recitais, feira de arte e artesanato, produtos da agricultura familiar, prosa em dia e, é claro, as delícias do mais autêntico cardápio capelinhense. Isso é o mínimo que podemos oferecer a você!



GALPÃO CULTURAL 2013 COMEÇA COM SHOW DE GUSTAVO MAGUÁ

Gustavo Maguá
(Foto: Facebook pessoal)
Identificado como espaço da diversidade e da cidadania no Jequitinhonha, o Galpão Cultural reúne todos os anos, na semana que antecede a Festa do Capelinhense Ausente, os atores culturais de Capelinha e região. São artistas musicais, atores do teatro, artesãos ou lúdicos, que divulgam seus trabalhos num espaço multiidentitário com participação de toda a comunidade.


O Galpão Cultural é um espaço reservado para o artesanato, abriga um barzinho que prepara comidas típicas como a farofa de andu e o tropeiro e bebidas geladas variadas. A programação começa hoje, sábado que antecede à abertura da Festa do Capelinhense Ausente, quando há as primeiras exposições e apresentações musicais. Serão oito noites com muita música contemplando também a madrugada. Por aqui passarão artistas, a maioria, naturais de Capelinha ou que residem em Cidades da região.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

BALANÇO DO 30° FESTIVALE OCORRIDO NA CIDADE DE MEDINA MG

Mauro Chaves, presidente da Fecaje - Foto: Tadeu Oliveira
O programa Canta Minas do dia 03 de fevereiro divulga entrevista concedida por Mauro Chaves, presidente da FECAJE - Federação das Entidades Culturais e Artísticas do Vale do Jequitinhonha. O dirigente explica por que houve mudança na data de realização do 30° FESTIVALE, evento em que acontece tradicionalmente no meio do ano e que já deveria ter ocorrido em julho de 2012, porém só aconteceu  em janeiro de 2013. 

Embora o 30° FESTIVALE tenha ocorrido num período muito chuvoso, ainda assim houve uma boa participação do público. Diversas pessoas do Vale do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce marcaram presença em Medina. E um fato interessante foi a presença maciça de jovens oriundos de diversas regiões de Minas. Muitos deles, expressaram grande simpatia e apreço à cultura popular e prometeram voltar nos próximos e festivais e trazer novos amigos. 

Alguns dos diversos shows com os artistas da região aconteceram  debaixo de chuva e nem assim o público arredou o pé, como foi o caso do show do Paulinho Pedra Azul. Além dele, abrilhataram o 30° FESTIVALE Saulo Laranjeira, Pereira da Viola, Rubinho do Vale, Carlos Farias e o Coral das Lavadeiras de Almenara, Coral Trovadores do Vale além de diversos outros corais e grupos folclóricos do Vale do Jequitinhonha.

Além dos shows, aconteceram também oficinas de formação de corais com o maestro Lindomar Gomes e oficinas de teatro e malabares.

Um fato importante a ser registrado sobre o 30° FESTIVALE foi a ausência de ocorrências policiais. Não se registrou nenhuma briga ou qualquer outro ato de violência.

Confira a entrevista no programa Canta Minas de hoje, logo mais a partir do meio-dia pelo site da Rádio Aranãs FM. (clique sobre o nome da rádio para ouvir).

Para visualizar as fotos do 30° FESTIVALE, acesse a página do Canta Minas no Facebook: www.facebook.com.br/cantaminas