Seja bem vindo(a)!!!





Há mais 26 anos , apresento um programa de rádio intitulado "Canta Minas", na rádio Aranãs FM, de Capelinha MG, com enfoque para a música mineira em todas suas vertentes. Sempre fui apaixonado por música e rádio. Assim sendo, tomei a iniciativa de criar este blog com a finalidade de divagar um pouco sobre as minhas impressões durante os mais de 20 anos de programa. Além da música também sou apaixonado por História e Literatura. Aqui, publicarei crônicas, causos e outras lorotas a respeito de tudo que tenho vivido nesse pedaço de chão que é o Vale do Jequitinhonha. E como não pode deixar de ser, também escrevo sobre a minha querida terra natal, Corinto, e outras vivências pelo mundo afora que me ajudaram a construir uma história de gente comum, sem heroísmos, no entanto carregada pelos "sinais de humanidade"!!! Abraços Gerais!!!

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domingo, 12 de junho de 2016

ESCRITOR DE TURMALINA LANÇA LIVRO NO SEMINÁRIO VISÕES DO VALE X

O multifacetado artista Gilmar Souza lançará do livro “Entre a arte e a peleja”  
em Belo Horizonte


Gilmar Souza e o seu livro
Mais um grande momento na vida de arte e de peleja de Gilmar Souza. A sua grande façanha dessa vez, será no Seminário Visões do Vale X, nos dias 13 e 14 de junho, cujo tema definido para o evento deste ano é “Vale do Jequitinhonha: Desafios da urbanização”, realização do Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha. 

Na oportunidade, o multifacetado artista Gilmar Souza lançará o livro "Entre a Arte e a Peleja". Esta sessão está prevista para o dia 14 de junho, às 11 horas, no auditório 1 da Faculdade de Ciências Econômicas (FACE), no Campus Pampulha.

Nascido em no Distrito de São Sebastião de Boa Vista, município de Chapada do Norte, esse trovador e contador de prosas e lorotas não falava nem andava até os cinco anos de idade. Diziam os curiosos que ele estava era inventando na surdina para soltar a língua mais tarde.

Professor de Ensino Religioso, Literatura E História, lecionou nas Escola Estadual Américo Antunes de Oliveira, CEART, EFAT e na Escola Municipal São João Batista.

Radialista, poeta cordelista, trovador, ator, estre de Folia de Reis, membro da Marujada de Nossa Senhora do Rosário Gilmar Souza é também apresentador de eventos e voluntário nos movimentos culturais e em várias instituições que prestam serviços socais.



Gilmar Souza com a lamparina na abertura das OlimPiadas
Espirituoso, Gilmar Souza tem passado a lamparina por algumas cidades do Vale do Jequitinhonha, uma vez que a tocha olímpica não alcançou alguns rincões. Ele diz que a cidade que quiser receber as "OlimPiadas" pode requisitar a passagem da lamparina.

Quando se vai a Turmalina não é difícil destacá-lo: sempre com seu chapéu na cabeça e o embornal do lado, ele vai ganhando o mundo com suas boas conversas, sempre levando, nas suas lorotas e prosas bem contadas, o nome da cidade de Turmalina. Afinal, segundo a escritora turmalinense Janeuce Cordeiro, um contador de prosas é sempre um ladrão de sorrisos, uma sementeira de alegria.


O LIVRO "ENTRE A ARTE E A PELEJA

Prefaciado pelo turmalinense Dr. João Valdir Alves de Souza, Professor Associado de Sociologia da Educação na UFMG e Vice-Diretor da Faculdade de Educação (FAE-UFMG), o livro de Gilmar Souza é recheado de prosas, trovas e potocas, folguedos e fanfarras. Gilmar também não se descuida do pedacinho do sertões que cruzou e nem da sua Turmalina, Turmalinda. Tradição, fé e religiosidade popular que permeia o Vale do Jequitinhonha que vale a pena viver e conhecer também são muito bem retratados por este poeta popular que nunca deixa de voltar às suas raízes. 


Se Gilmar Souza abusa das estórias hilárias que compõe o imaginário popular e de personagens singulares do Vale do Jequitinhonha, ele também nos leva a reflexões sobre temas como meio ambiente, inclusão social, a luta do dia-a-dia empreendida pelo povo da sua terra e da influência tecnológica sobre a cultura popular.

Dr. João Valdir diz que Entre a Arte e a Peleja, mais que o vocativo próprio de um título, traz duas palavras que suscitam ampla reflexão. Uma dela é a arte, que como muitas outras, é uma palavra polissêmica. De muitos significados e de variadas formas de combinação de seus usos, desde seu entendimento como travessura e traquinagem de meninos desinibidos até as mais elaboradas criações de profissionais que se dedicam, como artistas, a dar forma ao que há de mais sofisticado no pensamento humano.

Por outro lado, a palavra peleja, que deriva de pêlo, é uma palavra que remete a batalha, combate, contenda, labuta. Labutar é produzir arte com o próprio suor, mediante sacrifício, expondo a pele, o pêlo e o couro. E isso é o que faz Gilmar Souza na vida e no seu belo livro que ele passa a dividir agora com todos nós.

Outras informações sobre o evento estão disponíveis em nosso portal: www.ufmg.br/polojequitinhonha.
Solicitamos confirmar presença pelo e-mail:
polojequitinhonhaufmg@gmail.com

sábado, 11 de junho de 2016

HISTORIADOR DE CAPELINHA PARTICIPA DO SEMINÁRIO VISÕES DO VALE X

O capelinhense Douglas Lima, Mestre em História Social pela UFMG, apresentará pesquisa sobre o discurso do progresso e a seleção do passado no município de Capelinha
Douglas Lima lecionando História
  
O Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha realiza, nos dias 13 e 14 de junho de 2016, em Belo Horizonte, o Seminário Visões do Vale X. A grande novidade desse ano será a participação do jovem capelinhense Douglas Lima, Mestre em História Social pela UFMG (2014) e licenciado em História pela UFMG (2011) que foi classificado para apresentar sua pesquisa sobre "O Discurso do progresso e a seleção do passado" na história de Capelinha.

Douglas Lima parte das visões acerca do progresso e do passado que permearam diversos processos de mudanças sociais e econômicas ocorridas desde o século XVIII para compreender as influências que permanecem até os dias atuais. Segundo ele, "nos últimos duzentos anos, progresso foi entendido como passaporte para um futuro glorioso, necessariamente melhor do que o passado e/ou o presente. Por seu turno, o passado adquiriu ares de obscuridade, de tempo desconhecido ou idealizado e em alguns casos tornou-se sinônimo de atraso. As ciências humanas discutem tais perspectivas de forma crítica, relativizando o lado positivo do progresso e buscando a desmistificar do passado. No entanto, as visões acadêmicas nem sempre estão em consonância com as percepções instrumentalizadas hegemonicamente e os conceitos de progresso e de passado normalmente manejados pela sociedade não são necessariamente os eleitos pelos pesquisadores em humanidades. "

No seu trabalho, o binômio “progresso-passado” é investigado segundo os sentidos que adquiriu em Capelinha, Alto Vale do Jequitinhonha. Como fontes de pesquisa, utiliza-se discursos proferidos por autoridades, livros sobre a história local, jornais, fotografias, relatórios e legislação municipal. Desde o final dos anos 1970, Capelinha transformou-se econômica e socialmente, o que gerou muitos impactos para a população local. Grande parte das mudanças ocorreu em virtude da intensificação das monoculturas de café e de eucalipto no município. A localização geográfica estratégica e o clima propício ajudaram a cafeicultura e a eucaliptocultura a prosperarem em Capelinha. 

Douglas afirma que, diferentemente de outros municípios vizinhos, a partir de então, a economia capelinhense alavancou, gerando empregos nas áreas extrativistas. O café e o eucalipto passaram a sintetizar o “progresso” da conjuntura local. Simultaneamente a esse processo, a sede municipal de Capelinha sofreu intervenções arquitetônicas, que modificaram suas antigas feições. Casarões centenários foram derrubados, dando lugar a edifícios contemporâneos que também simbolizam a “prosperidade” e o “progresso” do município. Em contraposição ao discurso de progresso, disseminou-se uma ideia de que a história de Capelinha tinha um “antes” e um “depois” do café e do eucalipto. O contexto anterior, de desemprego e miséria, foi modificado e ainda que a falta de emprego e a fome não estivessem totalmente erradicadas, tais problemas foram mitigados pela monocultura. Esta percepção social desconsidera aspectos que não se encaixam no discurso de progresso. 

Ele afirma que apesar do “progresso” de Capelinha ser intimamente associado ao café e ao eucalipto cultivados a partir da década de 1970, ele foi uma busca constante das autoridades e das elites locais desde o início do século XX. A retórica do avanço e da ruptura com o passado pode ser percebida nos discursos proferidos na cidade por Juscelino Barbosa, em 1925. Por conta da proeminência da concepção de progresso, a história ocupa um lugar marginal nas narrativas capelinhenses, muitas vezes sendo sinônimo de um “passado” mitificado, idealizado e/ou selecionado. Dessa forma, temas centrais para a história brasileira, como a escravidão e o coronelismo, também observáveis ao longo da história de Capelinha, são referidos a título de curiosidade, como se não se tratassem de aspectos fundantes do próprio processo histórico local. A história como “passado” positivo muitas vezes é associada a alguns indivíduos e algumas famílias, que se destacam nos âmbitos da administração municipal e da economia. Eles são entendidos como os agentes do processo histórico local, tendo o papel de guiar a locomotiva do “progresso” capelinhense.

É a partir do confronto entre os discursos de “progresso” e de “passado”, inscritos nas fontes aqui utilizadas, que a presente reflexão se insere. Busca-se interpretar tais visões segundo suas dimensões históricas, deixando de lado a perspectiva essencializante, afirma Douglas Lima.

VISÕES DO VALE X 

O Visões do Vale tem o objetivo de compartilhar e discutir as diferentes percepções sobre o Vale do Jequitinhonha, através de discussões temáticas nas quais tenham vez e voz as diferentes visões sobre as características, problemas e potencialidades da região.

Como forma de aproximar pesquisadores, agentes governamentais e a população do Vale, o evento discutirá nesta edição o tema desafios da urbanização. Além de conferências e mesas-redondas, serão aceitas comunicações orais de trabalhos de pesquisa e extensão sobre este tema, de diferentes áreas do conhecimento e de qualquer instituição de pesquisa. As comunicações serão organizadas em painéis temáticos, que podem versar sobre os seguintes subtemas: aspectos históricos, demográficos e populacionais, migrações, organização popular e movimentos sociais, educação, cultura e identidade, dentre outros, cabíveis na temática geral do Seminário.

Além de Douglas, outros pesquisadores apresentarão seus trabalhos a partir das 16 horas do dia 14 de junho, terça-feira. Cada apresentação individual, em dupla ou em grupo terá de 15 a 20 minutos de exposição. Na sequência das apresentações será realizado os debates.

QUEM É DOUGLAS LIMA

Natural de Capelinha, Douglas Lima é filho do senhor Valdemiro Alves de Jesus que era conhecido pelo apelido de Coelho e que tinha uma pequena indústria de calçados denominada Sandálias Capelinha e de dona Lucila Aparecida Lima de Jesus, professora do ensino fundamental na Escola Estadual Domingos Pimenta de Figueiredo. Primeiro filho do casal, Douglas tem como irmãos Eduardo, Vanessa e Gustavo, baluartes e companheiros da vida inteira e com quem sempre dividiu cantorias desafinadas em Capelinha, que tornaram-se mais raras, mas segundo ele, quando acontecem são ainda grandes momentos de fraternidade e brincadeiras. Neto de "seu" Zé do Morro, Douglas herdou do avô o interesse pela cultura popular e pelas histórias de migração das pessoas do Vale do Jequitinhonha para a região sul do país.

Cursou a escola pública em Capelinha e no ano de 2004, seguiu para São João Evangelista onde cursou o ensino médio e Curso técnico/profissionalizante, se formando Técnico em Agropecuária na Escola Agrotécnica Federal de São João Evangelista, EAFSJE-MG. Em seguida vai para a capital mineira onde inicia os estudos em Psicologia na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC Minas, que acaba por interromper no no de 2007.

Em 2008, se matricula no curso de História da Universidade Federal de Minas Gerais, Campus Pampulha em Belo Horizonte, onde se licencia em História em 2011. Em 2012, inicia o mestrado em História (Conceito CAPES 6) também pela UFMG, onde tornou-se Mestre em História Social da Cultura, em 2014, ao defender pesquisa intitulada "Polifonia das alforrias: significados e dinâmicas das libertações de escravos nas Minas Gerais setecentistas". 

Entre 2008 e 2011 foi bolsista de Iniciação Científica PIBIC/CNPq. Foi membro da coordenação da Oficina de Paleografia - UFMG (2012 a 2014). De 2013 a 2015 foi professor efetivo na rede estadual de educação de Minas Gerais, atuando no Ensino Fundamental. Atualmente é professor designado no Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Minas Gerais, onde leciona para estudantes de Ensino Médio. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil colonial e conexões com África, América espanhola e Europa, atuando principalmente nos seguintes temas: escravidão, alforrias, tabelionato, trânsito cultural, história comparada.

Tadeu Martins e Douglas Lima conversando sobre o Vale.
Conheci Douglas Lima no final do século passado, logo quando cheguei em Capelinha. Ele era estudante do ensino fundamental na Escola Estadual Dr. Juscelino Barbosa. Lá, batíamos muito papo na hora do recreio sobre assuntos variados: cultura, música, literatura,  política, História, Capelinha, Vale do Jequitinhonha dentre outros. Logo percebi o seu interesse e curiosidade em saber e entender o porquê das estruturas e o que está por trás das mesmas. Várias foram as noites em que passávamos conversando até altas horas, o que muitas vezes custou repreensões da sua mãe. Assim, compreendi que estava diante de um grande pesquisador para o futuro. Felizmente, o futuro chegou e Douglas começa a dar passos largos em direção a uma vida acadêmica consistente e pródiga. 

Embora resida em Belo Horizonte, Douglas Lima sempre se mostrou interessado e preocupado em discutir  e buscar soluções para os problemas sociais da sua cidade. Tanto que, juntamente com outros jovens capelinhenses, criaram o MMC - Movimento Muda Capelinha que muito contribuiu para a discussão da conscientização política local, da cidadania e participação popular num contexto em que a cidade vivia da possibilidade de se concretizar um dos seus maiores sonhos que é a presença de uma universidade federal. Mas, esses jovens não ficaram restritos apenas a Capelinha e começaram a situar os problemas e conquistas do município dentro do cenário do Vale do Jequitinhonha. Assim, eu mesmo já tive a oportunidade de participar de eventos culturais em diversas cidades do Vale junto com ele e sempre buscamos a compreensão dos fatos que vivenciamos.

A despeito dos muitos planos que temos a realizar juntos, desejo de todo coração que Douglas Lima brilhe cada vez mais na pesquisa da nossa história.

Outras informações sobre o evento estão disponíveis em nosso portal: 
Solicita-se confirmar presença pelo e-mail: polojequitinhonhaufmg@gmail.com



terça-feira, 7 de junho de 2016

UFMG REALIZA O SEMINÁRIO VISÕES DO VALE X

Tendo como tema “Vale Do Jequitinhonha: desafios da urbanização”, o Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha realiza o X Seminário Visões do Vale em Belo Horizonte



O Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha realizará nos dias 13 e 14 de junho de 2016, em Belo Horizonte, o Seminário Visões do Vale X. O Visões do Vale tem o objetivo de compartilhar e discutir as diferentes percepções sobre o Vale do Jequitinhonha, através de discussões temáticas nas quais tenham vez e voz as diferentes visões sobre as características, problemas e potencialidades da região.

Como forma de aproximar pesquisadores, agentes governamentais e a população do Vale, o evento discutirá nesta edição o tema desafios da urbanização. Além de conferências e mesas-redondas, serão aceitas comunicações orais de trabalhos de pesquisa e extensão sobre este tema, de diferentes áreas do conhecimento e de qualquer instituição de pesquisa. As comunicações serão organizadas em painéis temáticos, que podem versar sobre os seguintes subtemas: aspectos históricos, demográficos e populacionais, migrações, organização popular e movimentos sociais, educação, cultura e identidade, dentre outros, cabíveis na temática geral do Seminário.



Informações:
www.ufmg.br/polojequitinhonha
Programa Pólo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha
Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Minas Gerais
Telefones: (31) 3409-4067
E-mail: polojequitinhonhaufmg@gmail.com
Segunda-Feira, 9 de Maio de 2016



ESCRITOR DO VALE LANÇA LIVRO "MEU PÉ DE ALECRIM DEU FULÔ"



Acontece hoje em Belo Horizonte, a noite de autógrafo com o escritor Joaquim Celso Freire, no lançamento do seu sexto livro, intitulado "Meu Pé de Alecrim deu Fulô".

Mineiro, nascido em Coronel Murta, no Vale do Jequitinhonha, Joaquim Celso Freire, lança, no dia 7 de Junho, a partir das 19h, na Livraria Leitura do Shopping Pátio Savassi (Av. do Contorno, 6.061) seu sexto livro, intitulado Meu pé de alecrim deu fulô.

“Minha obra é muito influenciada pelo tempo em que vivi no Vale, pelas experiências no contato com a terra e com as pessoas, pelo contraste de uma natureza ao mesmo tempo austera e bela, pelas estórias que ouvi dos mais velhos, pelas nuances da vida, enfim”, afirma o autor.

O novo livro reencontra o personagem José Silva, já presente em Um Silva de A a Z (2007) e O Rio das minhas manhãs (2012). Agora com 90 anos de idade, o protagonista - que veio da roça, passou pela fábrica e aprendeu a ler Kierkegaard - vive com sua esposa em uma agradável casa de campo, em certa região montanhosa do país. No entanto, uma bela mulher reacende desejos antigos, abrindo as portas para novos sonhos e planos.

Sobre o Autor:
Joaquim Celso Freire nasceu em Coronel Murta, região do Vale do Jequitinhonha, em 1952 e mora em São Paulo desde 1974. É professor da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), onde foi também Pró-Reitor de Extensão. Atualmente, é Presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC.

Publicações anteriores:
- Fazendo Poeira; poesia, 1977.
- Versos Avessos, com Débora de Simas; poesia, 2004.
- Políticas Públicas no Vale do Jequitinhonha – a difícil construção da nova cultura
política regional; políticas públicas e desenvolvimento regional, 2005.
- Um Silva de A a Z; prosa e poesia, 2007.

- O rio das minhas manhãs; prosa e poesia, 2012.


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

SEU AURÉLIO É ELEITA A MELHOR BANDA DE ROCK DE CAPELINHA MAIS UMA VEZ

Por Tadeu Oliveira


O Seu Aurélio surgiu na cidade de Capelinha no ano de 2012, através do reencontro de alguns amigos que na infância e adolescência dividiram bancos escolares, aventuras em quintais de moradores locais onde furtavam frutas e jogos eletrônicos no fliperama Sub-Zero, cujo proprietário inspirou o nome da banda.

Antes de se tornar o Seu Aurélio, os meninos lapidaram seus talentos na banda “Especial Charlie Brown Jr.”, cover das versões acústicas dessa banda. O sucesso e o reconhecimento foram tão grandes que eles resolveram alçar voos mais altos. Partiram para um novo formato que juntava à pegada do rock a oralidade que marca a cultura da região ao compor canções cujas letras remetem aos causos regionais do Vale do Jequitinhonha, principalmente da cidade de Capelinha. Isso fica evidente nas composições autorais “O Chico”, “Zub-zero” e no próprio nome do conjunto.

A banda possui pouco tempo de estrada, mas muitos shows na bagagem e foi eleita nos anos de 2014 e 2015 como a melhor banda de rock da cidade de Capelinha através de pesquisa de opinião pública realizada pela REVISTA SOU MAIS MINAS.

Atualmente a banda é formada por Jonh Luiz, Lucas Neves, Carlos Geovane (o Dudu), Matheus Mozelli, Flávio Henrique, Jésus Alecrim e Fernando Cordeiro.

E o que faz o Seu Aurélio brilhar cada vez mais é o fato de seus integrantes manterem acesa a chama da amizade construída na convivência da adolescência e fortalecida na consonância de acordes enlaçados pela magia do rock quando eles se juntam no palco.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

CAPELINHA TERÁ REPRESENTANTES NO FESTIVALE 2015

O radialista Tadeu Oliveira participará do FESTIVALE concorrendo com a música “A Viola e o Rio”, composta em parceria com Aléxis Eleutério e que será interpretada pela cantora goiana Danielle Bonfim


Começou no dia 26 de julho e vai até dia 1º de agosto de 2015, a 32ª Edição do Festival de Cultura Popular do Vale do Jequitinhonha (FESTIVALE) no município de Salto da Divisa, localizado no baixo Vale do Jequitinhonha. O evento, realizado pelo Instituto Sociocultural do Vale do Jequitinhonha (VALEMAIS) e pela Federação das Entidades Culturais e Artísticas do Vale do Jequitinhonha (FECAJE), terá uma extensa programação de shows, debates, cursos, oficinas, festival de música, noite literária, feira de artesanato, seminários, participação de grupos de cultura popular, mostras de teatro e mostras de vídeo e fotografias.

Artesão Geraldo da Viola
A cidade de Capelinha terá representantes na Feira de Artesanato e no Festival de Música. A Associação dos Artesãos de Capelinha (PROARTE), será representada pelo seu presidente, o artesão Seu Geraldo da Viola e pela artesã Elizete. Seu Geraldo da Viola trabalha com madeira e Elizete com barro.
A intérprete Danielle Bonfim
 

Além dos artesãos, o radialista Tadeu Oliveira também participará do FESTIVALE concorrendo com a música “A Viola e o Rio”, composta em parceria com Aléxis Eleutério e que será interpretada pela cantora goiana Danielle Bonfim, que atualmente reside em Brasília DF. Além dela, também participará como músico o capelinhense Gustavo Lima de Jesus que tocará violão.

A participação do radialista Tadeu Oliveira e da cantora Danielle Bonfim no Festivale está sendo patrocinada pelo Café Aranãs e pela Prefeitura Municipal de Capelinha.

Confira a lista dos classificados para o Festival da Canção do 32º Festivale, em ordem alfabética:

1 – “A Viola e o Rio” de Tadeu Oliveira e Aléxis Eleutério – Capelinha/MG;
2 – “Achados e Perdidos” de Sandro Marcelino – Belo Horizonte/MG;
3 – “Canção Cotidiana” de Fábio Castro – Miraí/MG;
4 – “Canção do Retirante” de Volber Maciel – Turmalina/MG;
5 – “Canguim Espalitando os Dentes” de Papalo Monteiro – Vitória da Conquista/BA;
6 – “Cristais de Hoje” de Herbert Alencar e Márcio Medrado – Itamarajú/BA;
7 – “Ela” de Chicó do Céu – Belo Horizonte/MG;
8 – “Encomendação” de Sérgio Di Ramos – Ilhéus/BA;
9 – “Lá Vai o Rio” de Dorí Mendes – Belo Horizonte/MG;
10 – “Maresia” de Lúcio Lourenço – Marília/SP;
11 – “Meu Nome é Nordeste” de Ivan Pestana – Minas Novas/MG;
12 – “Mistérios do Mar” de Dalmir Lott e Beatriz Faria – Belo Horizonte/MG;
13 – “Não Tem Cascudo pra Fazer Pirão” de Cory – Jacinto/MG;
14 – “O Luar” de Dentinho Arueira – Bombinhas/SC;
15 – “O Retrato Falado do Sertão” de Walter Lages e Carlos Aires – Vitória da Conquista/BA;
16 – “Olho do Silêncio” de Gracildo Santos Lima e Renato Alves – Fronteira dos Vales/MG;
17 – “Rio Jequitinhonha” de Ailton Botelho – Rubim/MG;
18 – “Sede dos Rios” de Marcos Catarina e Sandro Livanchk – Belo Horizonte/MG;
19 – “Tem Samba Hoje? Tem!” de Neilton Rocha – Jequitinhonha/ MG;
20 – “Temíveis Barreiras do Não” de Laécio Beethoven – Salvador/BA;
21 – “Vai Saudade” de Maria Aparecida Lima – Salto da Divisa/ MG;
22 – “Vale Que Canta” de Eliana Gobira e Roselí Mendonça – Mata Verde/MG;
23 – “Vida Sem Cor” de Cecílio Bocaiúva – Bocaiúva/MG;
24 – “Zé Ninguém” de Ramon Baducha – Mata Verde/MG.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

MÚSICOS DE CAPELINHA ACOMPANHAM O CORAL VOZES DAS VEREDAS


Capelinha marcará presença no show AS ONHAS DO JEQUI 30 ANOS, oferecendo os seus excelentes músicos para acompanhar o Coral Vozes das Veredas. Estarão conosco no palco Carlos Geovane, Jonh Luiz e César Loredo.

Carlos Geovane, conhecido como Dudu, é integrante da Banda Números onde comanda as guitarras. O Jonh Luiz, conhecido por Jony, é um dos líderes e fundadores da Banca de rock Seu Aurélio. Dudu e Jony comandam os violões. César Loredo se encarrega da percussão e acompanha o Coral desde os primeiros shows.

Ainda faz parte desse time o veredinhense Vitor Oliveira no contra-baixo. Vitor é músico da Corporação Musical Manoel Alecrim, a banda de música de Veredinha, e toca violão para os corais que abrilhantam as missas da paróquia daquela cidade.

Dudu

Jonh

Vitor


César Loredo

ONTEM E HOJE: UM SHOW EMBLEMÁTICO NA MINHA VIDA


Em 1982, saí de Corinto tomando o rumo de Belo Horizonte. Como todo jovem do interior daquela época, levei na bagagem muitos sonhos: estudar, progredir na minha carreira na MinasCaixa e quem sabe conseguir um emprego melhor através de concursos.

Logo quando cheguei, fui lotado numa agência recém-inaugurada que se localizava na avenida Getúlio Vargas esquina com a rua Rio Grande do Norte, no bairro Funcionários, bem pertinho da Savassi. Por ser uma agência recém-inaugurada, a Getúlio Vagas acolheu todos os funcionários do interior que haviam pedido transferência para a capital. Havia também alguns pouquíssimos funcionários de Bh. Até os vigilantes eram do interior.

E por haver pessoas de todas as regiões mineiras, logo a diversidade cultural se fez latente. Na agência Getúlio Vargas estava explícita as muitas Minas em uma só, como escreveu Guimarães Rosa. Sotaques e gostos musicais diferentes, preferências culinárias variadas e muita coisa em comum: futebol, causos sempre tomando uma gelada nos fins de tarde.

Tão logo cheguei, fui enturmando com o pessoal que tinha vindo dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. E com eles fui conhecendo e tomando gosto pela cultura e, principalmente, pela música do Vale do Jequitinhonha.

E foi com esta turma que tomei o caminho do Palácio das Artes, em 1984, para assistir ao show “AS ONHAS DO JEQUI” no dia 26 ou 27 de março. Naquele dia, fui arrebatado pela força e energia emanadas do mais profundo do Vale do Jequitinhonha.  Ao sair do teatro tinha a convicção de havia encontrado os meus pares e que um dia haveria de morar nesse lugar.

Passado algum tempo, após viver os desígnios comuns a qualquer pessoa que sonha ser feliz, eis que a vida resolveu me tanger para o Vale do Jequitinhonha. E não demorou para que logo eu me visse entranhado junto ao povo desse lugar colecionando amizades, realizando sonhos e dividindo esperanças.

Trinta anos passados, eis que sou convidado a participar junto com o Coral Vozes das Veredas do show “As Onhas do Jequi”, a se realizar no dia 12 de abril/2014, no Minascentro, em BH. O show contará com a participação de Saulo Laranjeira, Paulinho Pedra Azul, Rubinho do Vale, Gonzaga Medeiros, Frei Chico e Lira Marques.

Participar desse show, além de emblemático será também uma honra. Afinal, poder dividir o palco com esses artistas, principalmente com Rubinho Do Vale e Gonzaga Medeiros, pessoas que estreitei laços e construí amizades, é um regozijo. Porque mudar da condição de espectador, fã e admirador para a condição de coadjuvante só pode ser mesmo um presente de Deus.


terça-feira, 25 de março de 2014

CORAL DE VEREDINHA É CONVIDADO ESPECIAL DO SHOW "AS ONHAS DO JEQUI"



No dia 23 de fevereiro, quando se realizou o Seminário "Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural" na cidade de Araçuaí, o diretor executivo do ValeMais - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha, Guilardo Veloso e o poeta e compositor Gonzaga Medeiros oficializaram convite para o Coral Vozes das Veredas participar do show "As Onhas do Jequi - 30 anos", dentro do projeto "Quando o Jequitinhonha Canta e Dança". 

Segundo Guilardo Veloso, o Coral de Veredinha foi escolhido "por ser um trabalho considerado pela crítica especializada muito importante de cultura e inclusão social, envolvendo jovens do Jequitinhonha, mas também pela dedicação, competência e seriedade da pessoa do coordenador e regente, Professor Tadeu Oliveira."

Criado em agosto de 2001 pela Associação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente de Veredinha – ADECAVE, o Coral Vozes das Veredas foi o primeiro trabalho de conto coral realizado por mim. Além do coral de Veredinha, trabalhei com o Coral Mali Martin na cidade de Itamarandiba, com o Coral Zabelê na cidade de Turmalina e com o Coral Plantar na cidade de Curvelo.

Depois de se apresentar nas cidades de Capelinha, Turmalina, Minas Novas, arbonita, Francisco Badaró, Berilo, Itamarandiba, Diamantina, Couto Magalhães de Minas, Angelândia e Araçuaí,  todas no Vale do Jequitinhonha, e nas cidades de Corinto e Itabira, em 2004 o Coral participou do 2.º Festival de Corais de Belo Horizonte, atualmente conhecido como FIC – Festival Internacional de Corais,  evento que faz parte do calendário cultural oficial do estado e que homenageou o Clube da Esquina, cantando para um público estimado em mais de 10 mil, tornando-se a grande atração do evento. A partir daí, o Coral sempre se fez presente nas edições seguintes do FIC – Festival Internacional de Corais de Belo Horizonte.

Em 2005, o Coral gravou o seu primeiro CD, intitulado “Um Canto Novo Num Cantinho do Vale” através de recursos subsidiados pela Secretaria de Estado da Cultura de Minas.

Em 2006, participou do show Vozes do Vale, dentro do projeto Vale: Vozes e Visões, A Arte Universal do Jequitinhonha realizado pela Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais, junto com Rubinho do Vale, Pereira da Viola, Dea Trancoso, Josino Medina,  Zé Padre, Coral da Lavadeiras de Almenara e Coral Araras Grandes.

Em 2007, o coral participou do projeto Quatro Cantos – Coral na Praça, realizado pelo BDMG Cultural, se apresentando na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte e em 2008, juntamente com Rubinho do Vale, cantou em solenidade do Programa de Combate à Pobreza Rural – PCPR, no Palácio da Liberdade. Antes, participou em 2006 do show Vozes do Vale, dentro do projeto Vale: Vozes e Visões, A Arte Universal do Jequitinhonha realizado pela Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais.

Dentre várias publicações na imprensa, há de se destacar a crônica escrita por Fernando Brant no caderno de Cultura do Jornal Estado de Minas, datado de 1.º de dezembro de 2004 e republicada no livro Casa Aberta (Editora Dubolsinho, 2012) onde o poeta e compositor reuniu várias de suas crônicas originalmente publicadas no jornal mineiro.

A partir de 2006, o Coral inicia sua emancipação da ADECAVE e passa, no inicio de 2007, a contar com a colaboração de um grupo de pessoas de Belo Horizonte simpáticas ao trabalho ao meu trabalho. Na tentativa de buscar sobrevivência para o Coral, já considerado importante referência para a comunidade local, os pais fundam em 2008 a Associação Coral Vozes das Veredas e desde então vem buscando apoios diversos para sua manutenção.

Atualmente o Coral é formado por 23 integrantes com idade entre 12 e 23 anos, oriundos em sua maioria, de famílias carentes. O Coral Vozes das Veredas tem como premissa básica a coleta e registro de cânticos regionais do Vale subsidiados através da pesquisa junto a familiares e comunidades rurais.

Por onde o Coral Vozes das Veredas passa o público se emociona diante de sua Simplicidade e singeleza despertando a atenção de artistas como Rubinho do Vale, Fernando Brant e Tavinho Moura pelo belo trabalho desenvolvido pelo regente Tadeu Oliveira. O repertório é composto de músicas da MPB, folclóricas e regionais com uma pitada lírica, fundamentando a personalidade sonora do coral por toda a região do Vale do Jequitinhonha.

Clique nos links abaixo para ler artigo de Fernando Brant sobre a música mineira, onde cita o Coral Vozes das Veredas como uma das gratas surpresas do canto de Minas:

http://cantaminas.blogspot.com.br/2012/10/artigo-musica-e-mineiridade-1-parte.html

http://cantaminas.blogspot.com.br/2012/10/artigo-musica-e-mineiridade-2-parte.html (O autor cita o coral ao final do artigo)

segunda-feira, 24 de março de 2014

A MÚSICA DO VALE DO JEQUITINHONHA COMEMORA 30 ANOS DE ESTRADA


Em 1984 o Jequitinhonha desembarcava na capital mineira com a cultura popular, seus artistas grupos e agentes culturais. Aí se vão 30 anos e a capital mineira tornara-se uma parte do território cultural do Vale do Jequitinhonha. Hoje não há mineiro que não conheça as expressões culturais desta região são conhecidas mundo afora.

Para comemorar estes 30 anos, o Valemais – Instituto Sociocultural Jequitinhonha lançou o projeto “Quando o Jequitinhonha Canta e Dança”, que aconteceu em fevereiro com o seminário “Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural”, na cidade de Araçuaí. Este seminário reuniu mais de 50 cidades e quase uma centena de agentes culturais do Jequitinhonha, Mucuri, Belo Horizonte e várias partes de Minas.

A segunda parte deste projeto começará no dia 12 de abril de 2014, com a reedição do “As Onhas do Jequi” no Minascentro, com a gravação de um DVD. Esta será uma oportunidade imperdível de festejar a cultura popular. O show terá a participação de Paulinho Pedra Azul, Saulo Laranjeira, Rubinho do Vale, Frei Chico, Lira Marques, Coral Vozes das Veredas, Tadeu Franco, Gonzaga Medeiros e Tadeu Martins.

Já no dia 13, o encerramento terá outro grande show com outra comemoração, os 20 anos da carreira de Pereira da Viola com o show “Incelente Maravilha” convidando Titane, Wilson Dias, Josino Medina e Célio Sene.

É mesmo uma Incelente Maravilha, quando todos cantamos e dançamos com o Jequitinhonha!
SERVIÇO

Evento: Quando o Jequitinhonha Canta e Dança

Data: 12 de abril de 2014 – “As Onhas do Jequi”

Hora: 20h

Data: 13 de abril de 2014 – “Incelente Maravilha”

Hora: 20h

Local: Minascentro

Endereço: Avenida Augusto de Lima, 785 – Centro – Belo Horizonte

Informações: 31-9952-3054 - www.facebook.com/InstitutoValemais

Ingressos: www.sympla.com.br/valemais


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

QUANDO O JEQUITINHONHA CANTA E DANÇA

Em 1984, eu morava em BH e tive o privilégio de assistir ao show “AS ONHAS DO JEQUI” no dia 26 ou 27 de março, no Palácio das Artes. Naquele dia, a força e a energia das canções emanadas do mais profundo do Vale do Jequitinhonha mexeram muito comigo. Me senti arrebatado de tal forma a ponto de prenunciar àqueles que me acompanhavam que um dia haveria de morar nesse lugar encantador. 

Passado algum tempo, após viver os desígnios comuns a qualquer pessoa que sonha ser feliz, eis que a vida resolveu me tanger para o Vale do Jequitinhonha. Não demorou e logo me vi entranhado junto ao povo desse lugar. Colecionei amizades, realizei sonhos e dividi esperanças. 

Para minha grande alegria, acabo de receber um presente maravilhoso. Eu e o Coral Vozes das Veredas fomos convidados para participar do projeto “Quando o Jequitinhonha Canta e Dança” como convidados especiais do show “As Onhas do Jequi”, a se realizar no dia 12 de abril/2014, no Minascentro, em BH. O show contará com a participação de Saulo Laranjeira, Paulinho Pedra Azul, Rubinho do Vale, Gonzaga Medeiros, Frei Chico e Lira Marques. Em breve deverá ser oficializado pela Vale Mais que inclusive divulgará as informações com maiores detalhes. O convite foi oficializado pela VALE MAIS - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha no Seminário “Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural”, realizado nesse fim de semana, em Araçuaí. 

Participar desse show, além de emblemático será também uma honra. Afinal, poder dividir o palco com esses artistas, principalmente com Rubinho Do Vale e Gonzaga Medeiros, pessoas que estreitei laços e construí amizades, é um regozijo. Porque mudar da condição de espectador, fã e admirador para a condição de coadjuvante só pode ser mesmo um presente de Deus. 

Muito obrigado à Vale Mais, Carlinhos Ferreira, Gonzaga Medeiros e Guilardo Veloso.

domingo, 3 de novembro de 2013

HOJE NO CANTA MINAS TEM LANÇAMENTO DE CD DE ARTISTAS MINEIROS

O Programa Canta Minas de hoje, será recheado com a boa prosa do Sr. Geraldo Pinheiro, o "seu" Geraldo da Viola, e lançamento do novo trabalho de Victor Batista e em primeira mão músicas do novo CD de Carlos Farias e o Coral das Lavadeiras de Almenara que só será lançado no ano que vem. Confira, a partir do meio-dia, na Rádio Aranãs FM.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

PROGRAMA CANTA MINAS DE DOMINGO TRAZ COSTUREIRA ARTESÃ DE TURMALINA

No próximo domingo, dia 16 de setembro, o quadro "Ofício&Prosa - Saberes e Fazeres da Cultura Popular" do Programa Canta Minas, traz a entrevista feita por Tadeu Oliveira com a bordadeira e costureira de Turmalina, dona Maria Geralda Soares Chaves, conhecida como dona Baia. 

No ofício há mais de 50 anos, dona Baia já teve suas confecções usadas por Paulinho Pedra Azul, Rubinho do Vale e muitos outros apreciadores da cultura e da arte do Vale do Jequitinhonha. A principal característica de suas roupas é o fato de serem confeccionadas em pano de saco e com bordados delicados.

O programa Canta Minas vai ao ar todos os domingos a partir do meio-dia, através da Rádio Aranãs FM, de Capelinha. Você pode ouvir o programa pela internet através do site: http://www.aranasfm.com.br







CORAL DE VEREDINHA PARTICIPA DO FESTIVAL INTERNACIONAL DE CORAIS EM BH


O Coral Vozes das Veredas, da cidade Veredinha-MG, sob a regência e coordenação de Tadeu Oliveira, participa pela quinta vez do FIC – Festival Internacional de Corais em Belo Horizonte. A primeira vez que o Coral participou foi no ano de 2004, quando o evento homenageou o Clube da Esquina. Voltou novamente nos anos de 2005, 2007 e 2010, este último em homenagem a Milton Nascimento.

Última participação: FIC de 2010.
Desde domingo, 1º de setembro, a capital mineira recebe o Festival Internacional de Corais que este ano homenageia Chico Buarque, de modo que cada coral deve apresentar pelo menos uma das composições do artista. As Vozes das Veredas preparou as músicas “O cio da terra”, composição de Chico e Milton Nascimento, e “Funeral do lavrador”, música de Chico sobre poema de João Cabral de Melo Neto que compõe a peça teatral “Morte e vida Severina”.

Além disso, em todas as apresentações será executada a música tema deste ano, cuja letra retrata Chico como "poeta de luz, inventor da canção e defensor do país". Intitulada Olhos de mar, a composição é de autoria de Leonardo Cunha e Murilo Antunes, e será apresentada conjuntamente pelos corais participantes.

O Festival

Já na décima primeira edição, a iniciativa do festival objetiva difundir a modalidade do canto coral e fortalecer os laços entre corais regionais, nacionais, internacionais e o público.

O FIC conta com apresentações em diversos locais de Belo Horizonte, da Região Metropolitana, no interior de Minas Gerais e também na capital do Rio de Janeiro. A programação, que começou dia 1º e termina neste domingo, 15, acontece sempre em locais abertos ao público, como praças, parques, museus, igrejas, teatros e hospitais. Consulte a agenda completa aqui: http://www.festivaldecorais.com.br


Confira os locais de apresentação do Coral Vozes das Veredas:

DATA: 14/09/2013
LOCAL: MUSEU HISTÓRICO ABÍLIO BARRETO
HORÁRIO: 17h
ATRAÇÕES:
- Coral do Colégio Santa Dorotéia (BH) - Unidade II
- Coral do Colégio Santa Dorotéia - Unidade I
- Coral dos Correios
- CORAL VOZES DAS VEREDAS
- Coral Água Branca

DATA: 14/09/2013
LOCAL: CORETO PRAÇA DA LIBERDADE - VIRADA CULTURAL
HORÁRIO: 18h E 19h30
ATRAÇÕES:
- Coral Ribeirão de Areia - 18h
- CORAL VOZES DAS VEREDAS - 19h30

DATA: 15/09/2013
LOCAL: ESCADARIA DO PALÁCIO DA JUSTIÇA
HORÁRIO: 09h
ATRAÇÕES:
- Alma de Gato
- Coral Água Branca
- Coral da Fundação Cultura Carlos Drummond Andrade
- Coral do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá
- CORAL VOZES DAS VEREDAS
- Coral da USP - Grupo Madrigal Revivis